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Apucarana, 19 de Setembro de 2018

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Bianca Alves
Nutricionista Esportiva
Formada pela Unifil de Londrina; Pós-graduada em Nutrição aplicada ao exercício e ao esporte; Atendimentos pelo Cisvir de Apucarana.
Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, pois o Site e Jornal Apucarana Notícias pode não comungar com as mesmas ideias.
06/03/2018 01h20

Café realmente faz mal?

Café realmente faz mal?
No café, dentre seus componentes está presente a famosa cafeína, com efeito comprovadamente estimulante, muito utilizada em outras bebidas e medicamentos.
Além de estimulante o café tem outro benefício, são antioxidantes. Alguns estudos apontam que pode prevenir mal de Parkinson, depressão e diabetes tipo 2, além de promover a longevidade do coração e fígado. O café ainda pode trazer melhor desempenho de exercícios físicos, seja aeróbico ou musculação.
Por outro lado o café possui 2 diterpenos (substância gordurosa) chamados cafestol e caveol, que tem chamado a atenção de estudiosos e que ainda vem sido discutido sobre a possibilidade de elevação das LDL-c e VLDL-c mediante a ingestão de cafestol e caveol, sendo o cafestol como responsável por mais de 80% do efeito sobre os lipídeos séricos.
Até então o que se sabe é que o modo de preparo acaba alterando os níveis de cafestol e caveol. O café turco e o fervido, por exemplo, contêm níveis relativamente altos (6 a 12mg/xícara), enquanto o filtrado e o instantâneo contêm níveis baixos (0,1 a 0,2mg/xícara). O fervido tem maior concentração por causa da alta temperatura empregada durante o preparo e do tempo de contato entre o pó de café e a água.
Portanto o mais recomendado no preparo do café é no filtro de papel ou coador de pano, onde as substâncias gordurosas relacionadas com aumento do colesterol ficam retidas, o que não acontece, por exemplo, no preparo do café expresso.

Então, quanto de cafeína pode ser considerado saudável?

A quantidade de cafeína que você pode ingerir para ter benefícios depende da constituição genética de cada organismo. Você pode ser um “metabolizador de cafeína”, o que significa que o seu corpo sintetiza a cafeína rapidamente.
Algumas pessoas apresentam sensibilidade à cafeína, e nestes casos redução ou até mesmo a retirada é recomendada. No caso de pessoas que sofrem de ansiedade ou tem problemas para dormir.
Por fim é preciso estar atento ao que está sendo colocado no café. Cafés extravagantes com muito açúcar e calorias (cremes, chantily) são problemáticos se consumidos regularmente. Substituir açúcar e adoçantes artificiais por canela, pode ampliar o poder antioxidante.
Vale sempre lembrar que o consumo é com moderação, e o nutricionista levará em consideração diversos fatores para estipular frequência e tipo de preparo do café na dieta do paciente.

 


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