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Apucarana, 18 de Setembro de 2018

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Cláudio Silva
Educação
Ex-secretário de Educação em Apucarana e ex-presidente da UNDIME-PR. É proprietário da Escola Nossa Senhora da Alegria e Colunista do AN Notícias e Jornal Apucarana Notícias.
Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, pois o Site e Jornal Apucarana Notícias pode não comungar com as mesmas ideias.
01/01/2015 05h41

VOCÊ SABIA DISSO?

    

Obs.: Recomenda-se a leitura ouvindo a trilha musical

                                      VOCÊ SABIA DISSO?

                                                     *Por Cláudio Silva

O início de um novo ano sempre traz as perspectivas de novos planos, coisas que pretendemos fazer. Proponho desta vez   uma inversão, fixarmos o olhar nos tempos que ficaram para trás, em ocorrências de  dez, vinte, trinta anos ou mais, quem sabe, e que refletem em nossas vidas hoje. Algumas obras de arte como filmes, livros e músicas entram para a categoria de marcantes, por nos proporcionarem  a reflexão sobre questões importantes. Um dos meus filmes desse naipe é  "Em algum lugar do passado", de 1980,dirigido por  Jeannot Szwarc e  baseado no romance de Richard Matheson  Somewhere in Time. A  inesquecível trilha sonora  de Rachmaninoff compõe o clima mágico que vai envolvendo o expectador na trama inverossímil  de um retorno  ao passado. Como a questionar se  você, leitor ou leitora,  pudesse  “consertar”o passado, promovendo mudanças que alterassem o seu presente. O que mudaria? Se em algumas situações, ao invés de ter dito não, pudesse voltar no tempo e alterar para sim, e vice versa; ou dar um passo atrás em decisões que foram radicais;  continuar lutando em situações nas quais  capitulou; ter sido mais racional em momentos que se deixou levar pelo emocional; ou ter dado mais ouvido ao seu coração em questões candentes. Enfim, as suposições são inúmeras. Se isso fosse possível, como seria o seu presente? Com certeza, bem diferente do que é hoje. Três possíveis conclusões poderiam ser extraídas: a primeira, é de que  oportunidades perdidas normalmente não tem volta. A segunda,  é que todas essas questões estiveram um dia em suas mãos e as decisões foram unicamente suas. E a terceira, é de que a vida segue, e todos os dias nos defrontamos com novas ocorrências que continuam  nos cobrando decisões. Obras como esse filme nos permitem  a percepção de que se não podemos voltar ao passado, podemos, por outro lado, ver com mais propriedade as situações presentes que moldarão o nosso futuro. Pois todas as decisões tem o seu peso, mesmo as  aparentemente sem  grande importância. O pensamento do filósofo  René Descartes “Cogito ergo Sum”, ou  “penso, logo, existo”, nos concita que é preciso saber usar com propriedade a capacidade de pensar e decidir, um atributo  de seres humanos vivos. Porque quando agimos irrefletidamente, é como se no momento exato da ação estivéssemos mortos. Portanto, as oportunidades continuam em nossas mãos. E as decisões de hoje afetarão o nosso presente e o nosso futuro. Como  diz o ditado popular ”Há quatro coisas na vida que não tem volta, a flecha desfechada, a palavra proferida, a água que passou pelo moinho e a oportunidade perdida”.

Pense Nisso!
*Se achou esta crônica interessante, poste o seu comentário abaixo. A sua referência é importante para nós - Os  editores.

*Cláudio Silva é mestre em Educação, ex- presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação-UNDIME/PR, ex- Secretário de Educação de Apucarana,PR e Diretor da Escola Nossa Senhora da Alegria 
                                (mais textos do professor no site Prof. Cláudio Silva Educacional)
Ficha Técnica:Estrutura: Jornalista Cláudia Alenkire Gonçalves da Silva – MTE 000 9817 /PR Revisão:  Psicóloga Mestranda USP Cláudia Yaísa Gonçalves da Silva.