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Apucarana, 03 de Junho de 2020

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20/03/2020 09h16

Junior da Femac decreta fechamento do comércio e parte da indústriaDecreto é justificado pelo risco de agravamento da pandemia do coronavírus, que deve chegar com mais força nas próximas semanas

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Em evento realizado na manhã desta sexta-feira (20), no gabinete municipal, o prefeito Junior da Femac anunciou decreto, determinando o fechamento de estabelecimentos comerciais, por conta da pandemia do coronavírus. A informação foi dada na presença do presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Apucarana (Siecap), Anivaldo Rodrigues da Silva, e da presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Apucarana (Sivana), Aida Assunção.

O presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Apucarana (ACIA), Jayme Leonel, não pode estar presente, mas já havia avalizado as medidas que seriam adotadas, em entendimentos mantidos no dia anterior, com o prefeito Junior da Femac.

O fechamento do comércio varejista, por completo, acontece a neste sábado, dia 21, a partir das 13 horas. Podem permanecer em funcionamento apenas as farmácias, supermercados, padarias, mercearias, açougues, quitandas, revendas de água, gás, postos de combustíveis e pet shops. Também poderão permanecer em atividades lanchonetes e lancherias, somente para atender no sistema delivery.

Supermercados só poderão fazer vendas de mantimentos, devendo ficar fechados os setores de vendas de outros produtos, como eletrodomésticos, áreas de restaurante e lanchonetes.

Os estabelecimentos que ficarão abertos só poderão funcionar das 8h às 20h, de segunda a sábado, sem funcionamento aos domingos. Clínicas médicas e odontológicas também estão liberadas para funcionar, mas apenas para procedimentos de urgência e emergência. Em restaurantes e bares, apenas os serviços de delivery poderão ser mantidos.

O decreto recomenda ainda que os funcionários com mais de 60 anos fiquem em casa, em trabalho remoto. Da mesma forma, os funcionários de grupos de risco (portadores de doenças crônicas). A Prefeitura de Apucarana já liberou estes funcionários. As indústrias devem fechar os atendimentos comerciais presenciais. Obras da construção civil devem ter no máximo 25 pessoas trabalhando por turno.

No mesmo evento, as forças de segurança de Apucarana foram convocadas para planejar sua atuação na fiscalização e cumprimento do decreto. A princípio a Polícia Militar e a Guarda Municipal irão apenas orientar, mas na reincidência os infratores serão multados. Outra medida será o controle na entrada de veículos e de pessoas da região em Apucarana. Policiais irão informar sobre o fechamento do comércio está fechado e orientar no caso de necessidade de atendimento médico.

Participaram da discussão o comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Roberto Francisco Cardoso; o major Vilson Laurentino da Silva; o major Marcello Mafra Castelo Branco, do 30º Bimec; delegado chefe da 17ª SDP, Marcos Felipe Rodrigues; capitão Rossato, do Corpo de Bombeiros; comandante da GM, Alessandro Carleti; Miqueias Romagneto, Dra. Vera, do SAMU. Também participaram o presidente da Câmara, Luciano Molina; o procurador geral do município, Paulo Sérgio Vital; e o secretário municipal de saúde, Roberto Kaneta.

conforme admitiu o prefeito Junior da Femac, são medidas duras e pesadas, mas indispensáveis e importantes nas atuais circunstâncias. “Estamos adotando todas as ações possíveis, em consonância com o Governo do Estado e o Governo Federal, visando interromper a circulação do vírus”, assinalou Junior da Femac.

O decreto acerca do fechamento do comércio e parte da indústria terá, a princípio, uma validade de 15 dias. “Após uma semana, iremos nos reunir novamente com os representantes da saúde pública, do comércio, da indústria e das forças de segurança, para avaliar os resultados. “Dependendo da situação, o decreto poderá ser suspenso, mantido ou até ampliado, de acordo com evolução da pandemia do coronavírus”, comentou o prefeito, reiterando que o mais importante neste momento é que as pessoas se mantenham isoladas em suas casas e não se descuidem dos procedimentos de higiene indispensáveis, tais como lavar as mãos freqüentemente com água e sabão e utilizar álcool gel na esterilização.

Na sexta-feira, os secretários de estado Beto Preto (Saúde), Guto Silva (Casa Civil) e Reinhold Stephanes (Administração e Previdência) já haviam divulgado decreto do Governador Ratinho Junior, estabelecendo “estado de emergência” no Paraná.

O governador determinou fechamento de estabelecimentos comerciais e uma série de medidas que podem contribuir para amenizar as conseqüências do coronavírus no Paraná. Foi dado ênfase para a suspensão das atividades em locais de maior aglomeração de pessoas, tais como galerias, shoppings e seus congêneres, bem como academias ou centros de ginásticas.

Fonte: AN Notícias com PM Apucarana