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Apucarana, 17 de Setembro de 2019

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20/08/2019 04h40

Polêmica: bate-boca na Câmara de Apucarana causa desgaste na base do prefeito JR da FemacVereadora Marcia acusa neto de presidente da Igreja AD que é o procurador de tratá-la com descaso

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A sessão ordinária desta segunda-feira (19) na Câmara Municipal de Apucarana, registrou mais um capítulo de bate-boca entre os edis da base do prefeito JR da Femac (PDT), faltando 14 meses para as eleições do ano que vem para prefeito e vereador.
 
O quiproquó entre os parlamentares apucaranenses desta vez foi entre a vereadora Márcia Sousa (PSD) e o presidente da Câmara Luciano Molina (REDE). Na semana passada outro bate-boca foi entre os vereadores Mauro Bertoli (DEM) e Lucas Leugi (REDE). Sobre o clima azedo ontem em plenário tudo começou com o pronunciamento da vereadora.
 
Marcia disparou duras críticas contra o comissionado na chefia do departamento jurídico da Câmara de Apucarana, que foi nomeado no início deste ano pelo presidente Luciano Molina (REDE) com salário de quase R$ 9 mil reais, Danilo Accioli que é neto do presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Apucarana.
 
Danilo Accioli vem atuando com responsabilidade e profissionalismo no cargo, porém foi defenestrado pela vereadora em plenário que disse que “o mesmo além de ser cristão não transparece em suas atitudes como profissional ao tratá-la com igualdade aos demais vereadores”.
 
O motivo das críticas ácidas de Marcia Sousa é de que “seus projetos estariam sendo tratados com indiferença pelo jurídico da Câmara, e que o tratamento pessoal entre ela e o advogado Accioli não é dos melhores”, o que causou revolta na presidência da casa que rebateu em plenário.
 
Molina disparou dizendo que “não é verdade o que a vereadora alegou em plenário, ao desabafar com duras críticas, e que ele nunca foi procurado pela parlamentar para falar sobre o que estaria ocorrendo”.
 
O clima ficou pesado na sessão desta segunda-feira (19), sendo que nos bastidores quase sobrou para o vereador Lucas Leugi também do (REDE), que seria quem teria indicado o advogado Danilo Accioli a assumir o cargo como procurador chefe na Câmara.
 
Por sua vez, Danilo Accioli entrou em contato com a reportagem do AN Notícias para dizer que “jamais tratou a vereadora Marcia Sousa com indiferenças ou sem respeito, pois os pareceres jurídicos nos projetos da vereadora são pautados da mesma maneira que para os demais dez vereadores da casa”.
 
Danilo disse ainda que “é professor de Direito da FAP e que é sim cristão da Igreja Assembleia de Deus ao qual seu avô é o presidente, mas que sua vida particular não tem nada haver com a profissional, e da mesma maneira que ele trabalha como professor, atua como procurador chefe na Câmara de Apucarana. Não houve qualquer afronta ou algo do tipo, a princípio ela entendeu como desrespeito o exercício técnico da minha profissão, mas eu sequer assinei o parecer impugnado por ela”, finalizou o advogado.
 
Danilo Accioli antes de ser nomeado como procurador jurídico chefe na Câmara de Apucarana, foi assessor parlamentar do vereador Rodolfo Mota (PSD) por quase dois anos no cargo, o qual saiu do cargo para advogar e meses depois foi nomeado pelo presidente Molina.
Fonte: AN Notícias

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