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14/08/2014 12h03

Avião de Campos teve problemas na decolagem em LondrinaAeronave havia apresentado problemas durante decolagem em Londrina, em 16 de junho

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O avião modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, que caiu na manhã de ontem em Santos, no litoral paulista, e matou o candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos (PSB), havia apresentado problemas durante decolagem em Londrina, em 16 de junho. Segundo o deputado estadual Wilson Quinteiro (PSB), líder do partido na Assembleia Legislativa do Paraná, na ocasião, houve um problema de ignição na aeronave. "Isso impediu a decolagem na época", contou ele à reportagem. A candidata a vice de Campos, Marina Silva, estava nesse voo que teve problemas de decolagem em Londrina, segundo Quinteiro.

Quinteiro aguardava Campos no aeroporto Silvio Name em Maringá para uma palestra na associação comercial da cidade. O voo que traria o então candidato do PSB atrasou. Segundo o deputado, após o problema, Campos e sua comitiva decidiram fazer o trajeto Londrina-Maringá de carro.

A assessoria de imprensa da Infraero, em Brasília, confirmou à reportagem que a aeronave que esteve em Londrina em junho era a mesma que caiu na manhã de ontem. No plano de voo, estava previsto o trajeto entre Londrina e Maringá. Campos deixou Maringá com destino ao Rio de Janeiro em outro avião providenciado pela empresa AF Andrade Empreendimentos e Participações, de Ribeirão Preto (SP), proprietária do avião que caiu ontem em Santos. No dia 17, o Cessna 560XL deixou o aeroporto de Londrina com destino a Jundiaí.

INVESTIGAÇÃO
Além de ajudar na identificação dos corpos, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar as circunstâncias do acidente com o avião que levava o candidato do PSB à Presidência Eduardo Campos e caiu em Santos. A PF vai apurar se houve imperícia, imprudência ou se foi apenas uma fatalidade. Apesar de ser um avião considerado novo, não se descarta a possibilidade de falha técnica. A investigação ficará a cargo de delegados e agentes da Superintendência da corporação em São Paulo. O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes), órgão subordinado ao comando da Aeronáutica, também apura a queda. Ao contrário da polícia, o trabalho do Cenipa não é criminalizar eventuais culpados, mas tentar aprimorar a segurança de voos identificando e divulgando os fatores que contribuíram para os acidentes investigados. A polícia também enviou 11 peritos para ajudar na identificação de feridos e análise do local do acidente. Um deles participou das apurações com o acidente do avião da Malaysia Airlines, que caiu na Ucrânia em 17 de maio.
Fonte: AN Notícias com Folha de Londrina

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