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Apucarana, 21 de Junho de 2018

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26/11/2014 11h55

Funcionários de prédio brincam com premonição sobre queda de aviãoMovimento foi atípico nesta quarta-feira (26) na região da Avenida Paulista

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Passado o susto da possibilidade da queda de uma aeronave em plena Avenida Paulista, os funcionários que trabalham no edifício comercial Barão de Serro Azul encararam com alívio e até brincadeiras na manhã desta quarta-feira (26) a premonição do vidente Jucelino Nóbrega da Luz.

Ele registrou em um cartório no Centro da capital paulista uma premonição que dizia que uma aeronave partiria do Aeroporto de Congonhas com destino a Brasília, às 8h30 desta quarta, e se chocaria contra um edifício, perto do cruzamento da avenida com a Alameda Campinas, após mudar a rota devido a uma pane.

A premonição levou o síndico do prédio, Severino Alves de Lima, de 67 anos, a distribuir na semana passada um comunicado para informar funcionários e locatários das salas comerciais do prédio, onde funcionam escritórios e consultórios. No aviso, ele deixava aos cuidado de cada um a responsabilidade de liberar ou não os funcionários nesta quarta.

Funcionários das salas comerciais dos andares mais altos do edifício jogavam aviões de papel pelas janelas enquanto davam risadas da movimentação de jornalistas. Por volta das 9h20, o barulho de uma aeronave que sobrevoo o local foi mais um motivo de gozação.

Mauro de Souza, de 55 anos, dono de um restaurante localizado no térreo do edifício, pendurou um aviãozinho de papel dentro do seu estabelecimento enquanto contabiliza seu prejuízo. “Eu nunca acreditei nisso e tinha certeza que isso ia afetar o movimento porque as pessoas têm medo”, disse. “Os clientes já falaram que não vem porque o chefe já disse que não vem e os funcionários também não virão”, afirmou. De acordo com Souza, seu faturamento no café da manhã teve redução de cerca de 30%, o que equivale a R$ 150.
 

A falta de movimentação relatada pelo empresário também foi observada pelos funcionários que trabalham na recepção do edifício. “Hoje o prédio está como se fosse um feriado, bastante vazio. Não é de costume, o prédio é bastante movimentado. A pessoas que vieram estão fora do prédio”, diz a recepcionista Sônia Dias, de 27 anos.

Antes do horário previsto para a queda da aeronave, o movimento na região era atípico. A banca de jornal localizada quase em frente ao prédio nem chegou a abrir. Dentro do edifício, no térreo, a maioria das lojas permaneceu fechada.

Premonição
Mas o medo de que a premonição se concretizasse deixou muita gente com medo e alterou a rotina de algumas pessoas. Em outro edifício da Avenida Paulista, na esquina com a Alameda Santos, dois jovens preferiram evitar estar no local logo cedo.

Os amigos, que trabalham no 18º andar de um prédio, ficaram com medo de entrar para trabalhar. “Não foi nada normalizado, mas foi deixado aberto se a gente quisesse entrar mais tarde poderia, então a gente vai trabalhar aqui perto e voltamos após as 10h”, disse o vendedor Diego Batista da Silva, de 27 anos.

 

Fonte: G1

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