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22/03/2014 11h04

Jornal publica suposta transcrição da conversa dos pilotos do voo MH370Piloto repete, em menos de 6 minutos, duas vezes a altitude atingida.

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O site do jornal britânico "The Telegraph" divulgou na noite desta sexta-feira (21) uma suposta transcrição da conversa dos pilotos do voo MH370 da Malaysia Airlines com os controladores de voo do aeroporto de Kuala Lumpur, de onde decolou com destino a Pequim, na China. O avião desapareceu no dia 8, com 239 pessoas a bordo.

Os dados trazem os 54 minutos finais da conversa, desde a decolagem até o último contato entre os pilotos e os controladores, quando o Boeing 777-200 da Malaysia deixa a área de controle da Malásia.

Nos minutos finais, o piloto avisa à torre que está atingindo a altitude de 35 mil pés e depois confirma a altitude mais duas vezes. Estas mensagens repetidas, segundo o jornal, seriam desnecessárias.

Não corresponde à rotina normal do piloto dizer, em menos de seis minutos, que a altitude permanece a mesma, afirmou o "The Telegraph". O jornal diz que uma das hipóteses investigadas para o caso é de sabotagem do voo.
 

A última mensagem trocada na cabine corresponde ao que já foi divulgado pelas autoridades da Malásia e os órgãos de investigação: os controladores pedem ao piloto que faça contato com a torre de controle da cidade de Hu Chi Minh, no Vietnã, assim que chegar a um ponto coberto por radar por eles.

O piloto responde: "All right, good night" (tudo certo, boa noite).
 

Minutos depois o avião mudou de rota, seguindo para oeste, em direção ao Estreito de Málaca. Autoridades da Malásia e dos EUA acreditam que a mudança de rota tenha sido feita de forma "deliberada" por alguém que introduziu a nova rota no computador de controle do avião.

O Boeing saiu da cobertura radar à 1h19 do dia 8, após o último contato com o controle radar da Malásia. O transponder foi desligado minutos depois e todas as comunicações cortadas.

A companhia aérea havia divulgado que o último contato de "boa noite" feito pela tripulação com os controladores foi feito pelo copiloto do MH370, de 27 anos.
 

Buscas continuam
O vice-primeiro-ministro da Austrália, Warren Truss, disse nesta sexta-feira (21) que os objetos vistos em imagens de satélite em uma área remota no sul do Oceano Índico, o que levou a uma caçada internacional em busca do avião desaparecido da Malaysia Airlines, já podem ter afundado. Através de imagens de satélite feitas no dia 16 de março, o governo localizou duas peças que poderiam ser parte do avião.

Truss disse que as buscas continuam por "mares traiçoeiros", em uma área a 2.500 quilômetros a sudoeste de Perth, e que as aeronaves da Austrália, Nova Zelândia e dos Estados Unidos receberão o apoio de aviões chineses e japoneses durante o fim de semana.

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbot, disse na quinta-feira (20) que satélites avistaram no sul do Oceano Índico dois objetos que podem estar relacionados ao Boeing da Malaysia Airlines. Um dos objetos teria 24 metros.

Sumiço
O Boeing 777-200 fazia o trajeto entre Kuala Lumpur e Pequim quando perdeu contato pelo rádio, na madrugada de 8 de março. Segundo as investigações, após a perda de contato, o avião ainda voou por várias horas, alterando sua direção e altitude.

As autoridades malaias consideram "intencionais" a desativação dos sistemas de comunicação do Boeing e a mudança radical de trajetória. A alteração de rumo não aconteceu de modo manual, mas por meio de um código de informática possivelmente programado por uma pessoa na cabine de comando, pelo Sistema de Gestão de Voo (FMS) usado pelos pilotos, confirmaram investigadores americanos citados pelo jornal "The New York Times".


Veja a íntegra da transcrição aqui (em inglês).

 

 

 

Fonte: G1