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Apucarana, 14 de Dezembro de 2018

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05/08/2015 04h07

Malásia confirma que destroço é do MH370 Parte da asa do Boeing 777 da Malaysia Airlines foi encontrada na Ilha de Reunião, no Oceano Índico

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PARIS — A Malásia confirmou nesta quarta-feira que o destroço encontrado na Ilha de Reunião, no Oceano Índico, pertence ao Boeing 777 desaparecido da Malaysia Airlines. A peça, conhecida como flaperon — uma parte da asa —, foi recuperada na quarta-feira e levada para análise na França no sábado. Investigadores franceses e malaios trabalharam na identificação do fragmento.
 
— Hoje, 515 dias após o desaparecimento do avião, é com o coração pesado que preciso dizer que uma equipe internacional de especialistas confirmou conclusivamente que os destroços da aeronave encontrados na Ilha Reunião pertencem de fato ao MH370 — declarou o primeiro-ministro malaio, Najib Razak durante uma coletiva de imprensa.
 
A Malaysia Airlines já entrou em contato com os parentes das vítimas para informar sobre a descoberta, classificada pela companhia aérea como um “grande avanço” nas buscas pelo MH370.
 
“Nossa expectativa e esperança é que sejam encontrados mais objetos que possam ajudar a desvendar esse mistério”, disse a companhia em um comunicado.
 
Pelo lado francês, as autoridades não confirmaram abertamente o pertencimento do flaperon ao Boeing da Malaysia, mas o vice-pocurador-geral afirmou que “hoje há uma suposição muito forte de que a peça pertence ao MH370”. Segundo Serge Mackowiak, promotor de Paris, os detalhes técnicos ainda serão fornecidos após uma análise oficial.
 
O destroço foi encontrado na semana passada na ilha de Reunião, um departamento ultramarino francês situado cerca de 3.700 quilômetros a leste de Madagascar. A peça de avião é conhecida como flaperon — uma parte móvel de dois metros de comprimento na borda da asa, e foi levada para o centro da indústria aeroespacial europeia em Toulouse para análise. Também foi achada parte de uma mala danificada.
 
Essas foram as primeiras descobertas relevantes para desvendar um dos maiores mistérios da aviação mundial, depois de mais de um ano de operações de busca pelo avião que desapareceu em março de 2014. O Boeing 777 sumiu dos radares sem deixar rastros enquanto ia de Kuala Lumpur a Pequim, com 239 passageiros e tripulantes a bordo. Os investigadores acreditam que alguém deliberadamente desligou o transponder do avião antes de desviá-lo milhares de quilômetros de seu curso. A maioria dos passageiros era chineses.
 
Desde então, aeronaves e navios de mais de 20 países vasculharam o Oceano Índico por vestígios da aeronave, e submarinos australianos varreram águas profundas, mas sem sucesso.
Fonte: AN notícias com O Globo

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