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19/07/2014 02h58

Ucrânia acusa rebeldes pró-Rússia de destruir provas de avião que caiuKiev disse que separatistas estariam destruindo evidências de 'crimes internacionais'

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A Ucrânia acusou neste sábado (19) rebeldes pró-Rússia de tentar destruir as evidências de "crimes internacionais" no local da queda do avião da Malaysia Airlines.

O governo ucraniano disse que os separatistas estavam impedindo o início das investigações de representantes internacionais e de seus especialistas e, em comunicado, afirmou que "os terroristas" retiraram 38 corpos do local, que teriam sido levados a um necrotério na cidade de Donetsk, controlada por rebeldes.

Todos os 298 ocupantes do avião morreram.

Kiev alegou que separatistas estariam tentando transportar os destroços do avião para a Rússia e disse que a comunidade internacional deveria pressionar Moscou pela retirada dos rebeldes e para que especialistas ucranianos e internacionais realizem suas investigações.

Mais cedo no sábado, uma equipe de 25 observadores internacionais disse que separatistas limitaram o acesso aos destroços da aeronave. Um porta-voz da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) disse na sexta-feira que homens armados realizavam a segurança da área, e um deles atirava para o ar.

Separatistas haviam garantido que permitiriam o acesso de investigadores internacionais à área da queda do avião, segundo a OSCE.

Ainda não há confimação sobre o que provocou a queda do Boeing 777, mas acredita-se que a aeronave tenha sido atingida por um míssil terra-ar disparado de uma área sob controle de rebeldes no leste da Ucrânia na quinta-feira.

O avião da Malaysia Airlines fazia o vôo de Amsterdã a Kuala Lumpur e caiu entre Krasni Luch, na região de Luhansk, e Shakhtarsk, em Donetsk.

O ministro dos Transportes malaio, Liow Tiong-lai, disse que seria "desumano" se especialistas do país não tiverem acesso à área da queda. Ele também expressou preocupação de que o local não seja devidamente preservado e que possa ser adulterado.

A Ucrânia classificou a queda como um "ato de terrorismo" e divulgou o que disse ser ligações interceptadas que provam que a aeronave foi derrubada por separatistas.

Mas os rebeldes pró-Rússia alegam que um jato da força aérea ucraniana abateu o avião.

Fonte: G1

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