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09/08/2020 10h17

JN faz a mais dura crítica a Bolsonaro pelas mortes da covidQuestionamento lançado por Bonner e Renata ao telespectador sugere omissão e insensibilidade do presidente

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Com 1 hora e 20 minutos de duração, a edição de sábado (8) do Jornal Nacional já começou com forte contestação do papel de Jair Bolsonaro no gerenciamento da pandemia de covid-19 no País e, ao mesmo tempo, sugeriu a responsabilização do presidente na trágica marca de 100 mil brasileiros mortos pela doença causada pelo novo coronavírus.

"Todo cidadão brasileiro tem o direito à saúde. E todos os governantes brasileiros têm a obrigação de proporcionar aos cidadãos esse direito", disse William Bonner. "As ações dos governantes precisam ter como objetivo diminuir o risco de a população ficar doente. E não somos nós que estamos dizendo isso. É a Constituição brasileira que todas as autoridades juraram respeitar."

Em seguida, Renata Vasconcello ressaltou que o Brasil está há 12 semanas sem um titular no comando do Ministério da Saúde. "Dois médicos de formação deixaram o cargo de ministro da Saúde porque pretendiam seguir as orientações da ciência, e o presidente Bolsonaro não concordou com essa postura deles."

Bonner relembrou declarações polêmicas do chefe do Executivo ao comentar a pandemia, como o termo "gripezinha", a frase "não sou coveiro" e a resposta "e daí?" ao ser questionado por um jornalista pelos primeiros 5 mil mortos por covid-19. "Agora o presidente repete que a pandemia é uma chuva e que todos vão se molhar, ou que a morte é o destino de todos nós e que temos de enfrentar a doença, como se fosse uma questão de coragem. Como se nada pudesse ter sido feito", disse o âncora e editor-chefe do JN, visivelmente contrariado.


Renata afirmou que Bolsonaro criticou diariamente o distanciamento social recomendado por cientistas daqui e do exterior como única maneira eficiente de evitar o contágio em grande escala. Disse que a postura do presidente confundiu muitos brasileiros e produziu um "isolamento capenga".

Na sequência, o principal telejornal da Globo e jornalístico de maior audiência da televisão brasileira sugeriu falta de engajamento de Bolsonaro para minimizar a tragédia e apontou possível responsabilização criminal por essa suposta negligência.

Fonte: AN Notícias com Terra

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