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11/01/2019 10h57

Indicação de amigo de Bolsonaro é criticada na PetrobrasPor causa da Lava Jato, a empresa passou a fazer muitas exigências para preencher as gerências executivas, posto que será ocupado por Nagem

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A indicação de Carlos Victor Guerra Nagem, amigo do presidente Jair Bolsonaro, para ocupar uma das gerências executivas da Petrobras provocou muitas críticas entre funcionários da empresa, já que o favorecido não teria as qualificações necessárias para exercer a função. Em janeiro de 2016, no rastro da Operação Lava Jato e ainda no governo de Dilma Rousseff, foram divulgadas as normas que passaram a definir quem poderia ocupar esses cargos.

Os critérios incluem análise de integridade, capacitação técnica e de gestão – as exigências foram criadas para tentar evitar influência política nas nomeações. Na hierarquia da petroleira, os gerentes executivos ficam logo abaixo dos diretores e têm salários superiores a 45 mil reais.

A Petrobras passou a abrir processos seletivos entre seus funcionários para o preenchimento desses cargos, como ocorreu em junho de 2017, quando buscava um novo gerente executivo de Projetos de Desenvolvimento da Produção. Em comunicado interno, a empresa informou que, entre outras qualificações, os candidatos deveriam ter dez anos de experiência gerencial em empresa de grande porte ou na própria Petrobras. Também deveriam ter gerenciado projetos na área por, no mínimo, cinco anos.

A primeira avaliação seria feita por um comitê formado por gerentes executivos, que encaminhariam uma lista tríplice ao diretor da área, que selecionaria um dos inscritos para entrevistas com o presidente da Petrobras e com o diretor de Comitê de Indicação, Remuneração e Sucessão. A decisão final seria tomada pela diretoria executiva da empresa e pelo Conselho de Administração.

Fonte: AN Notícias com Veja

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