Carregando...

Alerta!

logo Lula e Gleisi falam em Lula e Gleisi falam em "golpe" contra Evo Morales na Bolívia - Notícias - AN Notícias

Apucarana, 11 de Dezembro de 2019

SAIBA MAIS

Dia de Santa Dionísia - Aniversário de Belo Horizonte - Dia da Bíblia - Dia de Nossa Senhora de Guadalupe -
10/11/2019 10h12

Lula e Gleisi falam em "golpe" contra Evo Morales na BolíviaEx-presidente da República e a presidente do PT criticaram movimentos que levaram à renúncia do então presidente boliviano

Diminuir texto Diminuir texto Diminuir texto
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), afirmaram neste domingo, 10, que o ex-presidente Evo Morales, da Bolívia, que renunciou neste domingo, sofreu um "golpe de estado" coordenado pela elite econômica.

"Acabo de saber que houve um golpe de estado na Bolívia e que o companheiro Evo Morales foi obrigado a renunciar. É lamentável que a América Latina tenha uma elite econômica que não saiba conviver com a democracia e com a inclusão social dos mais pobres", escreveu o ex-presidente Lula, que deixou a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba na sexta-feira, após 580 dias preso. Lula cumpria pena pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex.

Por sua vez, Gleisi Hoffmann afirmou que a "direita não combina com democracia" e falou em outro "golpe" na América Latina. Segundo ela, tirar Evo da presidência é desconhecer o resultado da eleição. "E não se submeter a outra é típico da elite atrasada, violenta e submissa ao capital. Agora vão tirar os direitos do povo boliviano. Já conhecemos esse script", escreveu Gleisi.

No poder desde 2006, Evo Morales era o presidente latino-americano há mais tempo no poder. Ele renunciou após uma escalada de tensão desde que venceu as eleições sob acusações de fraudes no final de novembro. A Organização dos Estados Americanos (OEA), que fez uma auditoria no processo eleitoral, afirmou haver numerosas irregularidades no processo eleitoral daquele país.

A saída de Evo ocorreu após três semanas de protestos e menos de uma hora depois de ele perder o apoio das Forças Armadas.

Fonte: AN Notícias com Terra

Galeria de Imagens