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20/08/2015 08h21

Animação de O Pequeno Príncipe tem grande potencial emotivoMelhor momento da adaptação, que estreia hoje em Londrina, é o “desenho dentro do desenho”, misturando stop motion e digital

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O Pequeno Príncipe é um desses clássicos da literatura que pertencem ao povo – não é à toa a chacota de que é o livro preferido das misses, mas também integra com frequência as listas de leitura das escolas. Talvez a forma como usa metáforas para falar de coisas adultas faça com que seja apreciado por tantos públicos diferentes.

Por isso, não se sabe como o brasileiro reagirá à animação de mesmo nome que estreia hoje nos cinemas .

O menino de roupas verdes está lá, e as sensações que ele provoca lembram a leitura do livro. Mas a história é outra, uma narrativa maior que engloba o enredo do principezinho e de certa forma lhe serve de continuação. E nem sempre o espectador aceita que se “mexa” na obra, utilizando seu universo para criar algo diferente. Resumindo, não se trata de uma versão do livro para as telas.

Uma menina se muda para um bairro novo em sua cidade sombria, onde a mãe controladora determina cada minuto das atividades das férias de verão, com o objetivo de prepará-la para uma escola de elite.

As longas horas acabam passadas ao lado de um novo amigo, o velhinho que mora ao lado e que se revela o aviador da história do Pequeno Príncipe.

Além da casa cheia de apetrechos para colorir a vida da garota sem nome, ele tem uma incrível história para contar: justamente sobre um príncipe que vivia sozinho num planeta e que amava uma rosa... O ponto alto do filme é utilizar o stop motion para narrar as memórias do velho. O restante é digital.

O filme começa com grande potencial emotivo, sugerido pelo relacionamento da pequena e sensível garota com a mãe “megera”. Mas a promessa de catarse psicológica, na metade da história, se transforma em filme de ação, com direito a correria, máquinas devoradoras e salvamentos no último segundo.

Outro ponto forte é que a fantasia sugerida pelo desenho permite a coexistência de mundos paralelos, bem como de temporalidades simultâneas – mesmo numa animação infantil, isso nem sempre acontece.

Fonte: AN Notícias com Jornal de Londrina

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