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Apucarana, 24 de Outubro de 2020

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28/07/2020 04h44

Greca manda confiscar anestésicos em clínicas de cirurgia plástica em CuritibaO prefeito Rafael Greca autorizou a secretaria municipal de Saúde a destacar servidores da Vigilância Sanitária para confiscar, em clínicas de cirurgia plástica de Curitiba, estoques de anestésicos

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O prefeito Rafael Greca autorizou a secretaria municipal de Saúde a destacar servidores da Vigilância Sanitária para confiscar, em clínicas de cirurgia plástica de Curitiba, estoques de anestésicos para suprir a falta deste medicamento nas unidades de atendimento a pacientes de Covid-19.

A denúncia é encarada pelo gabinete do prefeito como exploração política, pois quem a trouxe a público foi o médico João Guilherme de Moraes, pré-candidato a prefeito da capital na eleição de novembro próximo pelo partido Novo.

Segundo João Guilherme, reproduzindo relatos de diretores de clínicas particulares, três funcionários da Vigilância entraram esta tarde (terça-feira, 28) nos estabelecimentos e recolheram Propofol, adrenalina e outros medicamentos para anestesia geral, sem possibilidade argumentos ou diálogo.

As clínicas, assegura João Guilherme, estariam dispostas a doar os medicamentos se fossem pedidos, mas ficaram indignados com a forma com que se deu o confisco.

“O prefeito não se preparou para o aumento da pandemia, não comprou medicamentos e agora retira de clínicas, que investiram na compra desses medicamentos. Por que a Prefeitura não compra esses medicamentos?”.

Os servidores da Anvisa, de acordo com diretor de uma das clínicas visitadas, disseram que iriam levar tudo que houvesse, e que “tínhamos de respeitar o decreto. Fuçaram tudo e levaram o que tínhamos dessas três medicações”.

De acordo com João Guilherme, não há falta destes medicamentos para compra. “A Prefeitura editou um decreto dando poder de confiscar dos hospitais a medicação. Preferem confiscar porque não querem pagar o preço do distribuidor. E isso dá o direito de retirar de empresas privadas e desta maneira? Não me parece uma gestão democrática, muito menos organizada.”

Fonte: AN Notícias com ContraPonto