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Apucarana, 11 de Agosto de 2020

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04/03/2020 07h49

Dólar tem 11ª alta seguida e bate em R$ 4,58O mercado de câmbio teve uma tarde de nervosismo, com o dólar disparando mesmo após o Banco Central anunciar intervenção de US$ 1 bilhão

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O mercado de câmbio teve uma tarde de nervosismo, com o dólar disparando mesmo após o Banco Central anunciar intervenção de US$ 1 bilhão para esta quinta-feira. O dólar à vista fechou em alta de 1,52%, a R$ 4,5801, novo recorde histórico e a 11ª sessão consecutiva de valorização. O dólar futuro para abril encostou em R$ 4,60. A sinalização de que o BC prepara novo corte de juros ajudou a pressionar ainda mais as cotações do dólar e o real teve novamente o pior desempenho no mercado internacional, considerando uma cesta de 34 moedas. O dólar já acumula alta de 14% neste ano, a maior dos mercados emergentes.

Profissionais do mercado de câmbio argumentam que o Banco Central deveria ter anunciado o leilão de swap para hoje, e não para a quinta-feira. Esse foi um dos motivos de o anúncio da intervenção não ter surtido efeito, ressalta o gerente da mesa de juros da CM Capital Markets, Jefferson Lima. Pouco após o BC anunciar o leilão, o dólar renovou máximas e o dólar futuro entrou em leilão.

Nas tesourarias de bancos, a avaliação é de que estas intervenções pontuais do BC até ajudam, mas claramente perderam eficácia e só uma ação mais ampla poderia reverter a trajetória da moeda americana. O diretor de um banco cita como exemplo o que fez o BC do Chile no final de 2019, quando anunciou um programa de intervenção, com US$ 20 bilhões das reservas, por um período prolongado e com anúncios semanais de valores. Com isso, a autoridade monetária chilena conseguiu conter a sangria no mercado cambial local, que estava estressado por conta da onda de protestos sociais, e o peso vem tendo comportamento mais alinhado com outras moedas emergentes este ano.

Nas últimas 11 sessões, o dólar acumulou alta de 6,5%, destoando de outros ativos brasileiros no período, que pioraram por conta do coronavírus, mas depois tiveram alguma recuperação. O Ibovespa por exemplo caiu forte, mas vem tendo altas pontuais. Para um diretor de tesouraria, as contas externas brasileiras pioraram nos últimos meses, mas não justificam o dólar neste nível. Para ele, o dólar entre R$ 4,00 e R$ 4,20 seria mais condizente com os fundamentos brasileiros.

Fonte: AN Notícias com Terra

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