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02/06/2017 01h14

Bloqueio de verbas pode suspender vestibular da UEMVestibular de Inverno da UEM (Universidade Estadual de Maringá), marcado para acontecer entre os dias 16 e 18 de julho, poderá ser cancelado

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O Vestibular de Inverno da UEM (Universidade Estadual de Maringá), marcado para acontecer entre os dias 16 e 18 de julho, poderá ser cancelado.

O reitor Mauro Baesso diz que a situação se deve ao bloqueio da verba de custeio da instituição de ensino pelo governo do Estado.

A Seti (Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) informou que a Secretaria de Fazenda fez a contenção de R$ 1.124.277 da UEM, R$ 6.267.334,00 da UEL e R$ 4.109.201 da Unioeste porque as universidades não cumpriram acórdão do TCE- -PR (Tribunal de Contas do Estado), que determina que a Seti e as universidades adotarem medidas necessárias para a implantação do sistema informatizado de gestão de pessoal, o chamado RH Paraná – Meta 4.

De acordo com o reitor da UEM, o valor bloqueado pelo governo do Estado é diferente do divulgado pela Seti, de R$ 18,8 milhões. “Sem recursos não será possível fazer o vestibular”, disse Baesso.

O concurso oferece 1.492 vagas em 69 cursos de graduação. Baesso dá um exemplo dos efeitos do bloqueio da verba. Na próxima quarta-feira, a universidade tem que pagar R$ 130 mil para 800 bolsistas – deste total, 150 são de cotas sociais. “Não vai ser possível fazer o pagamento porque a universidade não tem dinheiro.”

A UEM informou ainda que não consegue hoje “empenhar qualquer material de consumo, tampouco para pagar os serviços prestados por empresas, comprar rações para os animais, alimentos servidos no Restaurante Universitário, kits de reagentes para o Lepac (laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas).”

Conforme a Seti, o sistema informatizado de gestão de pessoal – para o processamento da folha de pagamento dos servidores – foi implantado por quatro das sete universidades estaduais, a Uenp (Universidade Estadual do Norte do Paraná, Unespar (Universidade Estadual do Paraná), UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) e Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste).

O reitor afirma que a UEM e UEL têm decisões judiciais de 20 anos atrás que respaldam o desenvolvimento e gerenciamento de seus próprios sistemas de gerenciamento de RH. “Por que vamos entregar nossa folha de pagamento a uma empresa estrangeira contratada pelo governo do Estado, com um sistema que é uma caixa-preta?”, questiona.

Fonte: AN Notícias com PR UOL

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