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07/03/2018 01h41

PSB tenta últimas cartadas para atrair Osmar DiasOsmar Dias: nova reunião com PSB em Brasília semana que vem

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A um mês do prazo final, o PSB tenta as últimas cartadas para atrair o ex-senador Osmar Dias para ser o candidato do partido nas eleições de outubro. Ontem, o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, desembarcou em Curitiba para mais uma rodada de conversas com o pedetista. Mas segundo o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), um dos principais articuladores regionais da negociação, não houve qualquer definição. Uma nova reunião foi marcada para a semana que vem em Brasília.

O PSB tem pressa já que pela legislação eleitoral, quem quiser ser candidato às eleições deste ano tem que definir seu destino partidário até o próximo dia 7 de abril. “Estamos conversando ainda. Todas as possibilidades estão abertas”, disse Romanelli.
Uma das questões em discussão é a garantia de que no PSB, Osmar possa apoiar a pré-candidatura do irmão, o senador Alvaro Dias (Podemos) à presidência da República. Essa garantia já teria sido dada pela direção nacional da legenda, que tende a ficar neutra na eleição presidencial, liberando os candidatos ao governo da sigla a apoiarem quem for mais conveniente na disputa pelo Palácio do Planalto. Em São Paulo, por exemplo, o vice-governador Márcio França, do PSB, deve assumir o governo no início do mês que vem, com a renúncia do governador Geraldo Alckmin (PSDB), pré-candidato tucano à sucessão de Michel Temer. O PSB paulista tende a apoiar Alckmin.
Romanelli confirma que a tendência atual é que o PSB libere os palanques do partido nos estados na disputa presidencial. “Porque tem nove ou dez candidatos a governador com chance de eleição. E a melhor solução, claro, é que cada um possa em seus estados fazer a aliança que for mais adequada à conjuntura local”, explica.

O líder governista também confirma que a liberdade para apoiar Alvaro é uma das condições de Osmar para se filiar ao PSB. “É uma condição que o PSB já aceitou. É um tema já tratado há muito tempo e bem resolvida. Dentro dos limites da lei ele pode apoiar a candidatura do Alvaro”, garantiu.

Oposição - Osmar tem dito que prefere permanecer no PDT, partido ao qual está filiado há 14 anos, e que preside no Estado. Além do PSB, ele também foi convidado a migrar para o Podemos do irmão Alvaro. Ao mesmo tempo, Alvaro tenta atrair o apoio de outros pré-candidatos ao governo para sua pretensão de chegar ao Palácio do Planalto. Amanhã, ele terá um encontro com o deputado estadual e pré-candidato à sucessão estadual, Ratinho Júnior (PSD). E tem planos de fazer o mesmo em relação ao grupo da vice-governadora Cida Borghetti (PP), liderado pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP).

No final do ano passado, Osmar também chegou a ter um encontro com o senador Roberto Requião (PMDB), mas a conversa não evoluiu. Além disso, o PSB do Paraná integra a base do governo Beto Richa. E o partido já ofereceu ao governador uma das vagas de candidato ao Senado, enquanto Osmar tem exibido um discurso de oposição à atual administração, o que poderia dificultar um acordo.
Fonte: AN Notícias com Bem PR

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