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Apucarana, 21 de Novembro de 2018

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01/11/2018 12h25

Furacão tropeça, mas elimina o Bahia nas cobranças de pênaltisNa garra! Fluminense joga bem, bate o Nacional e vai à semifinal da Sula

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Depois de jogar mal no Rio de Janeiro, o Fluminense foi para o Uruguai disposto a lutar contra as adversidades e sair com a vitória. E foi isso que aconteceu. O Tricolor jogou bem e bateu o Nacional (URU) por 1 a 0, com gol do atacante Luciano, no Estádio Parque Central e está classificado para a semifinal da Copa Sul-Americana.

Depois de um primeiro tempo ofensivo e de abrir o placar logo no começo da segunda etapa, o Flu fez os últimos 45 minutos do confronto de forma impecável para superar a pressão dos mandantes. O gol marcado pelo time tricolor foi o primeiro que os uruguaios sofreram como mandantes em oito jogos por competições internacionais (Libertadores e Sul-Americana) em 2018.

Começo movimentado

Sem tempo a perder, os dois times tentaram ir para cima quando tiveram a posse de bola. O duelo mal começou e o Flu já reclamou de pênalti em dois momentos. Primeiro, um puxão em Richard na área, depois, uma mão na bola de um jogador uruguaio, mas o árbitro, nos dois lances, nada marcou. Apesar disso, o Tricolor tomou as iniciativas em um duelo pegado.
 

Furacão tropeça, mas elimina o Bahia nas cobranças de pênaltis

O Bahia venceu o Atlético Paranaense por 1 a 0, no tempo normal do jogo de volta das quartas de final da Copa Sul-americana, na Arena da Baixada, mas nas cobranças de pênaltis o Furacão venceu por 4 a 1 e garantiu a vaga nas semifinais. No jogo de ida, vitória do Furacão por 1 a 0, na Arena Fonte Nova.

O Esquadrão de Aço abriu a contagem já nos acréscimos do primeiro tempo, com Grolli, que apareceu no meio da área para desviar de ponta de chuteira para a rede.

Na próxima fase, o adversário do Atlético Paranaense será o Fluminense, que eliminou o Nacional, do Uruguai.

O jogo – Principal esperança de gol pelo lado rubro-negro, Pablo arriscou o primeiro chute logo no primeiro minuto, por cima da meta. A resposta veio com Léo, os cinco minutos, pegando sobra de bola e isolando. O jogo era pegado, com algumas entradas mais fortes e muita reclamação das equipes. Aos nove minutos, Pablo cobrou falta com força e Douglas defendeu em dois tempos.

Com uma formação diferente, o Esquadrão de Aço marcava forte e pressionava no ataque. O trauma dos gols anulados voltou a atingir o Tricolor. Aos 17 minutos, Júnior Brumado recebeu com liberdade e mandou para o fundo das redes, mas o árbitro anotou falta anterior de Zé Rafael. Cobrança de escanteio na medida para Pablo, aos 22 minutos, mas a testada foi pela linha de fundo.

O Bahia precisava vencer, mas os jogadores estavam pilhados, nervosos em campo. Aos 34 minutos, Veiga cobrou falta rasteira e a bola passou por todo mundo, com perigo. Lodi levantou para Veiga, aso 37 minutos, mas o meia não pegou em cheio na bola, desperdiçando o lance. Contra-ataque atleticano, aos 41 minutos, e Lucas Fonseca salvou o tiro de Marcelo Cirino, que tinha destino certo. Mas, aos 46 minutos, Léo cobrou lateral na área e a bola sobrou para Grolli desviar para o fundo da rede.

Para a segunda etapa, as equipes retornaram sem alterações. Contra-ataque em velocidade do Bahia, com Élber, que deixou a bola correr um pouco e facilitou a defesa atleticana. Aos seis minutos, Nikão recebeu na área e cruzou para Douglas deixar a meta e interceptar. De voleio, Nikão tentou aproveitar cruzamento de Jonathan, aos nove minutos, mas não pegou bem na bola.

Quem passou a mostrar nervosismo foi o time do Atlético, que aos poucos colocava a bola no chão para respirar. Aos 18 minutos, Rafael Veiga chutou cruzado, de fora da área, para fora. Aos 21 minutos, Cirino ajeitou para Pablo, que chegou batendo por cima da meta. O Furacão cresceu. Com o jogo totalmente aberto, os treinadores trabalhavam, tentando definir a vaga no tempo normal.

Tirando todas no miolo de saga tricolor, Grolli salvou mais uma aos 32 minutos, interceptando cruzamento de Nikão. Na resposta, Edigar Junio invadiu a área, aos 34 minutos, e chutou à direita da meta. Aos 41 minutos, Pablo cobrou falta na entrada da grande área, por cima do gol. A partida foi para a cobrança de penalidades.

Jonathan abriu as cobranças para o Furacão, convertendo. Vinícius parou no goleiro Santos. Raphael Veiga bateu forte e estufou a rede. Zé Rafael isolou a cobrança para o Tricolor. Lucho marcou o terceiro do Rubro-Negro. Edigar Junior bateu bem para manter o Bahia vivo. Pablo, entretanto, fechou as cobranças.

ATLÉTICO PARANAENSE 0 (4) X (1) 1 BAHIA

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)

Data: 31 de outubro de 2018, quarta-feira

Horário: 21h45 (de Brasília)

Árbitro: Diego Haro (Peru)

Assistentes: Jonny Bossio (Peru) e Coty Carrera (Peru)

Árbitro de vídeo: Jesús Valenzuela (Venezuela)

Árbitros de vídeo auxiliares: Alexis Herrera e Juan P. Belatti (Venezuela)

Cartões amarelos: Renan Lodi, Bruno Guimarães (Atlético-PR); Leo, Vinícius, Elber e Zé Rafael (Bahia)

Gols

BAHIA: Grolli, aos 46 minutos do primeiro tempo

ATLÉTICO-PR: Santos; Jonathan, Paulo André, Léo Pereira, Renan Lodi; Wellington (Bruno Guimarães), Lucho Gonzalez, Raphael Veiga; Marcelo Cirino (Rony), Nikão (Bergson) e Pablo.

Técnico: Tiago Nunes

BAHIA: Douglas, Nino Paraíba, Grolli, Lucas Fonseca e Léo; Nilton, Elton (Gregore), Flávio, Élber (Vinícius) e Zé Rafael; Junior Brumado (Edigar Junio)

Técnico: Enderson Moreira

 

Fonte: AN Notícias com MSN Brasil

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