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Apucarana, 21 de Julho de 2018

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Dia da Bandeira de Fernão Dias Paes Leme -
05/07/2018 12h22

Delegado procura testemunhas de acidente que causou morte de família após rachaAcidente matou cinco pessoas da mesma família nesta semana no PR

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Testemunhas do acidente que teria sido causado por um racha entre quatro caminhões e que matou cinco pessoas de uma família na segunda-feira à noite devem ser ouvidas a partir de hoje (04) pela Polícia Civil do Paraná. As testemunhas já ouvidas pela Polícia Rodoviária Federal serão procuradas para prestar novos depoimentos.

Quatro caminhoneiros permanecem presos, suspeitos de homicídio. Pai, mãe e três filhos – crianças entre 4 e 11 anos – morreram no acidente que ocorreu na BR-369, no trevo de Mamborê, no Norte do Estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a carreta que bateu contra o carro disputava um racha com outros três caminhões por cerca de 10 quilômetros. Ao invadir uma terceira faixa do sentido contrário de uma pista simples, o caminhão bateu de frente com o carro em que estava a família. O motorista da carreta envolvida no acidente teve ferimentos leves.

Ele passou pelo teste do bafômetro, mas o resultado deu negativo para o consumo de álcool. Após ouvir testemunhas que relataram o racha, a PRF encaminhou os quatro caminhoneiros para a Delegacia de Mamborê. O delegado Marcelo Trevisan, de Campo Mourão, afirma que o tacógrafo dos caminhões indica a disputa de racha.

“Duas testemunhas informaram isso, elas estão qualificadas e ainda não foram ouvidos porque seguiram viagem, mas relataram aos policiais que eles estavam praticando racha. Os tacógrafos apontam velocidade acima da permitida, além da forma como o acidente aconteceu. Era um local com duas faixas, o caminhoneiro poderia esperar para ultrapassar sem invadir a contramão. Eles eram conhecidos e saíram em comboio de um posto de combustíveis próximo ao local do acidente”.

O delegado deve contatar as testemunhas para colher os relatos que devem compor o inquérito. Os quatro foram presos em flagrante por crime inafiançável.  O caso é investigado pela Polícia Civil de Campo Mourão, onde está o delegado Marcelo Trevisan, que é responsável por outras delegacias da região.
 

Fonte: AN Notícias com PR UOL