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Apucarana, 19 de Setembro de 2018

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12/04/2018 12h06

Cabral volta ao Rio após passar quase três meses em presídio de CuritibaEle chegou por volta das 19h45 no Galeão, e será levado para a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira

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O ex-governador do Rio Sérgio Cabral chegou ao Rio por volta das 19h45 desta quarta-feira (11), no Aeroporto Internacional do Galeão. Após cumprir pena em Curitiba por quase três meses, ele teve a volta ao Rio autorizada pela 2ª Turma do STF na terça-feira (10), por 3 votos a 1.

Cabral deixou o Complexo Médico-Penal, na Região Metropolitana de Curitiba, às 14h49, e seguiu para o Aeroporto Afonso Pena, de onde decolou às 17h23. Por volta das 20h, ele saiu do Galeão em direção ao Instituto Médico Legal, em seguida, foi levado para a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu.

Inicialmente, foi divulgado no site do STF que ele voltaria para Benfica. O advogado de Sérgio Cabral, Rodrigo Roca, disse que vai recorrer da decisão.

"O envio do ex-Governador ao Presídio de Bangu 8 foi, antes de um contrassenso, um despropósito. Além da distância da Vara Federal onde estão os 22 processos deflagrados contra ele, vai de encontro à proposta do próprio sistema penitenciário que construiu um presídio inteiro para abrigar presos da Lava Jato, justamente em Benfica. Sérgio Cabral está recorrendo das suas condenações assim como vários outros presos que permanecem em Benfica", alegou Roca.
 

A transferência de Cabral foi concedida pelo Supremo Tribunal Feral (STF). O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância no Paraná, determinou a transferência pouco antes das 14h e reforçou que o deslocamento do ex-governador fosse feito sem o uso de algemas.

Ao chegar em Curitiba, em janeiro, Cabral foi transportado com algemas e correntes nos pés para fazer o exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML). O protocolo usado pela Polícia Federal causou polêmica. Na época, o delegado da Polícia Federal (PF) Igor Romário de Paula disse que o uso de algemas nos pés e nas mãos do ex-governador foi necessário para garantir a segurança do próprio preso, da equipe policial e de terceiros.

 

Fonte: AN Notícias com G1

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