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Apucarana, 21 de Outubro de 2018

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05/10/2018 11h02

Justiça determina sequestro de bens de Beto RichaOs valores foram calculados com base na auditoria feita pelo Ministério Público do Paraná nos contratos investigados

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O juiz da 23ª Vara Criminal de Curitiba, Fernando Bardelli Fischer, determinou o sequestro de bens do ex-governador do Paraná e candidato ao Senado, Beto Richa (PSDB), e outras 12 pessoas investigadas pela Operação Rádio Patrulha. O bloqueio de cada um dos envolvidos deve ser de até R$ 37. 316.406,66, com exceção do primo de Richa, Luiz Abi, que deve pagar até R$ 12.934.859,00. As informações foram divulgadas pelo G1 Paraná. O despacho está em sigilo.

Os valores foram calculados com base na auditoria feita pelo Ministério Público do Paraná nos contratos investigados. Embora, conforme o juiz, não seja possível precisar, nesta fase processual, o valor total do prejuízo.

De acordo com a Justiça, o sequestro serve para assegurar uma reparação mínima.

Procurada pelo Paraná Portal, a defesa de Richa disse que “não teve acesso aos autos e, por isso, não irá comentar o assunto”.
 

INVESTIGAÇÃO

Beto Richa, sua esposa, Fernanda Richa, seu irmão, José Richa Filho, e outras 12 pessoas foram presos no dia 11 de setembro. As prisões foram efetuadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MP-PR).

A prisão foi em decorrência da Operação Rádio Patrulha, que investiga o direcionamento de licitação, para beneficiar empresários, e o pagamento de propina a agentes públicos, além de lavagem de dinheiro, no programa do governo estadual do Paraná, Patrulha do Campo, no período de 2012 a 2014. No programa, o governo locava máquinas para manter as estradas rurais.

As investigações tiveram início com base na delação de Tony Garcia e apuram o pagamento de propina e posterior direcionamento de licitação para beneficiar os empresários envolvidos.

 

Fonte: AN Notícias com PR UOL

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