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Apucarana, 25 de Setembro de 2018

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02/03/2018 11h55

Novo diretor do DER também é investigado no esquema dos pedágios, aponta MPFPaulo Luz, também é investigado na operação Integração

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O Ministério Público Federal apontou em petição ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações em primeira instância da Operação Lava Jato, que o novo diretor-geral do Departamento de Estradas e Rodagem (DER-PR), Paulo Luz, também é investigado na operação Integração.

Luz assumiu o cargo após o ex-diretor, Nelson Leal, ser preso temporariamente na 48ª fase da operação, que investiga corrupção, fraude a licitações e lavagem de dinheiro na concessão de rodovias federais no estado, junto a Econorte.

“Acrescenta-se que o atual diretor do DER/PR, Paulo Montes Luz: (i) tem envolvimento direto na elaboração dos aditivos contestados pelo Parquet, o que explica seu interesse pessoal em atacar as conclusões do MPF”, afirmam os procuradores.

Em coletiva de imprensa convocada um dia após a operação, o Luz afirmou que o MPF não acatou as informações repassadas pelo DER.

“Tudo indica que eles [os procuradores do Ministério Público] não acataram as informações que nós passamos a eles, estamos passando novamente. Convidamos o MP para vir do DER e esclarecer as dúvidas pontuais”, argumentou Luz.

“É importante destacar que, em um dos aditivos benéficos à ECONORTE, a AGEPAR chegou a questionar (ANEXO 6) a escolha de NELSON LEAL JR. (ANEXO 5) por um cenário de reajuste mediante degraus tarifários. A indagação do órgão de controle foi respondida (ANEXO 6) por Paulo Montes Luz. Não se tem notícia de que a AGEPAR tenha acolhido justificativa, porém,
sabe-se que o ajuste acabou assinado”, alega o MPF.

Divergência de valor 

Segundo a força-tarefa, um estudo do próprio DER sugeriu a redução tarifária no pedágio em 19% e, em contrapartida, firmou-se um aditivo em que a tarifa subiu 24%. Ainda de acordo com o MP, em alguns itens o superfaturamento teria chego a 89%

O DER alegou que a alteração no valor foi determinada após a análise de 21 novos itens, como reajustes anteriores não aplicados. “A própria FIA [Fundação Instituto de Administração] disse, num primeiro momento que existia uma diferença e mudou a opinião aprovando o aditivo após analisar as 21 divergências apontadas”, argumentou o procurador do DER Edson Amaral.

O novo diretor-geral afirma que o contrato passou por mais de uma pessoa. “Eu assinei, o secretário assinou, o governador, assinou, a agência assinou e o Nelson assinou. Sabemos que existem embasamento técnico, são contas financeiras extremamente complexas. Foi um equivoco do Ministério Público fazer isso. O aditivo foi feito com extrema lisura”, pontuou.

Fonte: AN Notícias com PR UOL

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