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Apucarana, 22 de Agosto de 2017

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11/04/2017 10h06

Odebrecht teria confirmado a Moro apelidos e propinas para Lula e cúpula petistaO empresário Marcelo Odebrecht teria afirmado em depoimento ao juiz Sérgio Moro que ex-presidente Lula era identificado pelo codinome “Amigo”

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O empresário Marcelo Odebrecht teria afirmado em depoimento ao juiz Sérgio Moro que ex-presidente Lula era identificado pelo codinome “Amigo” nas planilhas do departamento de Operação Estruturadas – setor de propinas da construtora; o ex-ministro Antônio Palocci seria chamado de “Italiano” e o sucessor dele, Guido Mantega, conhecido como “Pós-Itália”. O herdeiro do grupo ainda teria relatado  repasse de 13 milhões de reais em espécie para petista. Marcelo Odebrecht é réu da Operação Omertà e o interrogatório dele foi mantido em sigilo. Apesar disso, as informações foram vazadas pelo blog “O Antagonista”.

O juiz Sérgio Moro confirmou os vazamentos e classificou o episódio como “lamentável”. Depois de interrogar o empresário por cerca de duas horas e meia, o magistrado foi informado pelo advogado Roberto Batochio – que representa Palocci – sobre os vazamentos das informações sigilosas. Servidores, policiais federais, procuradores e alguns advogados entregaram espontaneamente os celulares para vistoria. Não foi identificado de onde partiram os vazamentos para o blog que reúne conteúdo opinativo e informativo.

De acordo com o site, o ex-presidente do Grupo Odebrecht teria relatado repasses ao petista que, somados, chegariam a quase 30 milhões de reais. Além dos 13 milhões entregues em espécie por Branislav Kontic – identificado nas planilhas da construtora como “Programa B” –, Marcelo Odebrecht ainda teria confirmado o repasse de mais de 12 milhões (R$12,4 mi) por meio da compra de um terreno para o Instituto Lula, e ainda uma propina de quatro milhões para o ex-presidente travestida de “doação” ao Instituto.

Ainda segundo os vazamentos do blog, o herdeiro da construtora Odebrecht também teria falado sobre uma propina de 50 milhões de reais para o ex-ministro Guido Mantega, dinheiro que teria sido usado na campanha presidencial de Dilma Rousseff.

Por meio de nota, o Instituto Lula nega todas as acusações e afirma que jamais teve outra sede ou terreno. Segundo o órgão, “o ex-presidente Lula teve seus sigilos fiscais e telefônicos quebrados, sua residência e de seus familiares sofreram busca e apreensão há mais de um ano, mais de 100 testemunhas foram ouvidas em processos e não foi encontrado nenhum recurso indevido para o ex-presidente”. A nota ainda defende que “Lula jamais solicitou qualquer recurso indevido para a Odebrecht ou qualquer outra empresa para qualquer fim e isso será provado na Justiça”.

Fonte: AN Notícias com PR UOL