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21/08/2017 12h30

Ex-vereador de Arapongas completa 30 dias como desaparecidoDesaparecimento de idoso completa um mês

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Esta semana completou um mês que a família de Afonso Lourenço Garcia, de 72 anos, deixou de ter uma rotina normal. Desde 19 de julho, quando ele desapareceu, não há um dia em que os familiares não pensem em seu paradeiro.   No último dia 5, uma força-tarefa, que reuniu cerca de 300 pessoas, procurou pelo idoso, sem sucesso. A Defesa Civil ainda recebe pistas e continua checando as informações. A última, segundo a agente Suelen Calegari, foi recebida na segunda-feira. A denúncia dava conta que Garcia estaria em Sarandi. A equipe foi até lá, mas não o encontrou.   A Polícia Militar (PM) informou que durante o patrulhamento de rotina as equipes continuam procurando pelo idoso. "Os dias vão passando e o desespero só aumenta, é muito difícil. A gente continua colando cartazes pela cidade e sempre que alguém liga saímos correndo para verificar", diz a filha Adriana.     Afonso Garcia morava em Arapongas, mas estava em Maringá na casa da filha para realizar exames. Nos últimos meses, segundo ela, o pai havia apresentado comportamento estranho, por isso resolvei trazê-lo para cá. Aqui, ele foi diagnosticado com a doença de Pick, demência rara que tem os sintomas parecidos com o Alzheimer.     Segundo o médico que detectou a doença em Garcia, o neurologista Sérgio Augusto Buchweitz, a patologia provoca alterações comportamentais, porém o doente não percebe. É como se o paciente tivesse voltado a ser criança e os cuidados precisam ser redobrados.   Não deixar o doente sozinho é regra. "Teve um paciente que morava perto da Avenida Colombo e por descuido o familiar deixou o portão aberto. Ele saiu e acabou atropelado", descreve o médico.     Outro desaparecimento de idoso em Maringá não terminou bem. Depois de seis dias sumido, Adair Stramaro, de 80 anos, foi encontrado morto dentro do Córrego Ribeirão, situado no final da Avenida Mandacaru, em 28 de janeiro deste ano. Segundo a família, ele tinha Alzheimer.     Buchweitz lembra que já viu casos em São Paulo e Santa Catarina em que pessoas acometidas por doenças que levam a perda de memória usavam um crachá que continha explicações sobre a doença e o contato de um responsável.     "Hoje, como todo mundo usa celular, uma orientação é deixar visível o número do responsável no aparelho do doente", recomenda o neurologista.
Fonte: AN Notícias com Diário

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