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04/05/2016 04h43

UEL recebe doação de pedaços de rochas das camadas do pré-sal

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O amor pela ciência garantiu uma contribuição para o Museu de Geologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no norte do Paraná. A família de um geólogo doou pedaços de rochas retiradas das camadas do pré-sal, que estão até 7.000 metros de profundidade do fundo do mar. O material foi recolhido durante anos de pesquisa sobre petróleo no litoral brasileiro e agora faz parte do acervo da universidade.
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Igor Van Langendonck gosta de informática e de ficar em casa com a família. Mas, o pai dele, Marcos Van Langendonck, era aventureiro. Não só por gosto, mas também porque a profissão exigia. Marcos trabalhou por aproximadamente 40 anos na Petrobras, trabalhava em plataformas em alto mar sempre com pesquisas geológicas. Em novembro de 2015 o geólogo morreu e deixou um acervo de rochas. Ao longo dos vários anos de trabalho ele resgatou do fundo do oceano alguns tesouros. Fragmentos que foram doados para a UEL.

“Pra mim não tinham utilidade. Mas, eu não imaginava que esses fragmentos tinham tanto valor cultural”, diz Igor Van Langendonck.

Agora o que surpreendeu positivamente o pessoal da Universidade Estadual de Londrina estão aqui. Dentro desses saquinhos e desses vidrinhos. Para quem é leigo como a gente parecem só pedrinhas, areia. Mas para o pessoal da UEL né professor... como vocês ficaram quando essas amostras chegaram aqui.

“Nós trabalhamos com isso, mas a universidade não teria dinheiro para recolher esse tipo de amostra em uma profundidade tão grande quanto essa. Essa doação é fenomenal”, explica o geólogo Angelo Spoladori.

Os fragmentos foram catalogados e agora, além de serem utilizados para pesquisas dos professores e dos alunos, também estarão expostos no Museu de Geologia.

Alegria para os pesquisadores e também para a família de Marcos, que fez o que ele pediu antes de morrer, que as pesquisas nunca acabem.

“Fico feliz, porque o meu sobrenome também estará lá. Vou poder mostrar com orgulho para a minha filha. O nome do meu pai estará no Museu de Geologia da UEL, vou poder falar que o meu pai ajudou”, afirma Igor Van Langendonck.
 
Fonte: AN Notícias com G1