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02/07/2013 10h09

CNJ investiga presidente do TJ-PR por suspeita de tráfico de influênciaClayton Camargo é suspeito de favorecer filho em eleição para TCE-PR

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A corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu procedimento para investigar o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Clayton Camargo, por suspeita de tráfico de influência. De acordo com o CNJ, há a suspeita de que o desembargador utilizou a influência do cargo que ocupa para favorecer a candidatura do filho dele, deputado estadual Fábio Camargo (PTB), à vaga aberta no Conselho do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR).

Fábio Camargo é um dos 45 candidatos ao cargo de conselheiro do TCE-PR, cujo pleito deve ser realizado até a metade do mês de julho. Ele figura como um dos favoritos ao cargo ao lado do também deputado Plauto Miró (DEM), já que são os próprios deputados que elegem o novo conselheiro, em votação secreta. O líder do governo na Assembleia, Ademar Traiano (PSDB), diz que não há dúvidas que o novo conselheiro será um parlamentar. “A Assembleia, com certeza, terá na sua escolha um parlamentar”, afirmou.
 

A assessoria do CNJ não entrou em detalhes sobre a investigação, mas informou que não há prazo definido para que a investigação chegue a alguma conclusão. O TJ-PR informou à reportagem que ainda não sabe se Clayton Camargo irá comentar o assunto.

Em nota, o deputado Fábio Camargo nega que o pai tenha interferido no processo da eleição do TCE-PR, e diz que se submete ao crivo dos colegas deputados nas mesmas condições dos concorrentes. "Como o pai zeloso e presente que sempre foi, meu pai torce pelo meu sucesso, me incentivando a alcançá-lo. Assim foi em todas as eleições, das quais participei. No entanto, de forma alguma, meu pai tem tido qualquer tipo de interferência para a escolha do próximo Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, cargo ao qual me inscrevi para concorrer", diz trecho da nota.

O deputado ainda atribui a investigação do CNJ a "provocação de terceiro", porém, sem especificar nomes. "Provavelmente, o mesmo terceiro que vem perseguindo a mim e à minha família há tempos, através de medidas judiciais e administrativas descabidas, com o único intuito de nos desonrar, por pura vingança e visando distorcer a realidade dos fatos, para se eximir da culpa que já lhe é inerente", atacou.

Fonte: G1

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