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Apucarana, 23 de Outubro de 2019

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08/10/2019 02h57

Governo Ratinho se apressa para evitar paralisia da máquina de arrecadaçãoO governo corre para evitar a paralisia da máquina de arrecadação de fiscalização tributária

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O governo corre para evitar a paralisia da máquina de arrecadação de fiscalização tributária: tem de preencher com rapidez quase meia centena de postos estratégicos da secretaria da Fazenda e da Receita Estadual, cujos titulares pediram demissão coletiva ao governador Ratinho Jr.

Os pedidos de exoneração de auditores-fiscais que ocupavam cargos comissionados foram justificados pela discordância com “as novas diretrizes indicadas pelo Secretário da Fazenda, relativas à organização interna do órgão”.

O requerimento coletivo foi oficializado por meio do protocolo 16.105.196-9 no fim da tarde da sexta-feira (4), apenas 24 horas após a notícia divulgada pela Agência Estadual de Notícias dando conta da troca de nomes para a diretoria-geral da secretaria da Fazenda e para a Coordenação da Receita Estadual.

Assumiram, respectivamente, os técnicos João Luiz Giona Junior e Roberto Zaninelli Tizon, que agora são os encarregados de recrutar rapidamente substitutos para evitar a paralisia da máquina de arrecadação e fiscalização tributária.

A demissão foi coletiva, mas os pedidos de exoneração foram individualizados em requerimentos assinados por cada um dos demissionários. Os textos apresentam poucas variações, mas todos apontam a mesma motivação genérica de discordância com a gestão de Renê Garcia – um técnico trazido do Rio de Janeiro, onde serviu como secretário no governo de Benedita Silva (PT) e, depois, no governo Lula, como presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Nos bastidores, porém, o tom republicano dos requerimentos é substituído por queixas dos demissionários quanto ao tratamento, digamos, deseducado, que Garcia costumava dispensar no relacionamento com seus subordinados.

Fonte: AN Notícias com ContraPonto