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24/08/2017 12h02

Operação Pecúlio mira esquema de plantões médicos fictícios em FozA operação teve início em abril de 2016 e já cumpriu 268 mandados judiciais

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A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) deflagraram na manhã desta quinta-feira (24) a 7ª fase da Operação Pecúlio que investiga um esquema de corrupção na Administração Pública do Município de Foz do Iguaçu e na Câmara Municipal da cidade.

As medidas judiciais foram expedidas pela 3ª Vara da Justiça Federal de Foz do Iguaçu. O objetivo é desarticular o grupo, suspeito de desviar recursos públicos para a obtenção de vantagens indevidas. São 26 mandados judiciais, sendo 14 de condução coercitiva e 12 mandados de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados.

Segundo a PF, as evidências apontam que, em 2014 e 2015, plantões médicos fictícios eram lançados para beneficiar uma empresa credenciada junto à Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu. Os valores destes plantões médicos eram utilizados para complementar a remuneração de agentes públicos. Em alguns casos, a manobra era usada para burlar o limite constitucional previsto para servidores da esfera municipal (subsídio do prefeito) e também para remunerar pessoas sem vínculo direto com a administração.

Operação Pecúlio

A operação teve início em abril de 2016 e já cumpriu 268 mandados judiciais em diversos estados. Um dos investigados na operação é o ex-prefeito de Foz do Iguaçu, Reni Pereira, preso na 4ª fase. Na época, o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, decretou a prisão domiciliar e afastamento do cargo. No final de outubro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a prisão domiciliar do prefeito, mas manteve o impedimento político. Reni já responde a dois processos. Na 5ª fase, foram presos 12 dos 15 vereadores da cidade.

A operação apurou diversos esquemas de desvios. Somente em algumas obras de pavimentação de Foz do Iguaçu, submetidas a exame pericial pela PF, foram constatados prejuízos consumados na ordem de aproximadamente R$ 4,5 milhões. A péssima qualidade do material utilizado nas obras reduzia consideravelmente o tempo de vida útil destas.

Fonte: AN Notícias com CS SR PF 2