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20/09/2019 08h53

Ratinho Jr não cede três PMs para o Escritório de Inteligência de MoroComo o Paraná se nega a participar, os PMs serão repostos por soldados de Santa Catarina e São Paulo

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Ora, pois, mudanças no relacionamento do governo Ratinho Jr e o governo federal. Não é que, para surpresa de todos, o Paraná indeferiu a cessão de três soldados da PM para trabalhar no escritório de inteligência integrada na fronteira, em Foz do Iguaçu, um órgão considerado de extrema importância para a segurança pública do Estado e uma das peças centrais do projeto de Sergio Moro.

Como o Paraná se nega a participar, os PMs serão repostos por soldados de Santa Catarina e São Paulo. O Ministro Sérgio Moro inaugurou esse Escritório de Inteligência este ano em Foz do Iguaçu. O projeto é inspirado no modelo norte-americano, coordenado pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, de Moro, JSP e deve receber aportes do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). O escritório vai se chamar Fusion Center, assim como nos Estados Unidos, e o projeto piloto funciona em uma área de 600 metros quadrados no Parque Tecnológico de Itaipu. Segundo o coordenador-geral de combate ao crime organizado da Seopi, Wagner Mesquita, 16 instituições trabalham na implementação do projeto, como Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Agência Nacional de Inteligência (Abin), Ministério da Defesa, Unidade de Inteligência Financeira (UIF – antigo Coaf), Receita Federal, entre outros órgãos.
 

No projeto piloto, a capacidade de operação será de 35 pessoas atuando na produção de conhecimento e outras 20 pessoas atuando no comando e controle de operações, segundo Mesquita. Segundo ele, o objetivo é fortalecer o combate ao crime organizado. “A ideia é que a gente cerque e dificulte a logística do crime organizado nos grandes centros urbanos”, disse.

Principais funções

O escritório vai integrar o trabalho operacional e de investigação dos órgãos de controle e investigação. “Cada instituição tem suas ferramentas e o Fusion Center vai ser um catalisador disso”, explica Mesquita. “A gente tem um centro de comando e controle, onde você pode estabelecer os objetivos da sua operação, minimizar o efetivo, aumentar a eficácia, controlar a tropa em terra, ter geoposicionamento das viaturas, das tropas no terreno, unificar as comunicações. Isso tudo o Fusion está fazendo”, completa.

Além de apoio operacional para as ações das polícias na fronteira, o Fusion Center também vai auxiliar investigações do Brasil inteiro, através do levantamento de informações, processamento e difusão. “Vai ser um polo de inteligência da região e um auxílio para investigações criminais. Investigação de crime organizado no país inteiro tem que se aprofundar na fronteira porque o material que traz dinheiro para facção, vem pela fronteira, seja droga, seja arma, seja material de contrabando. Atacar essas instituições somente no mercado consumidor, estamos fazendo nem metade do serviço”, ressalta Mesquita.

O escritório em Foz do Iguaçu terá um núcleo do Curitiba um Centro Integrado de Inteligência, inaugurado recentemente em Curitiba. O Fusion Center também vai auxiliar na criação de protocolos de troca de informações entre instituições.

 

Fonte: AN Notícias com Blog Fábio Campana

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