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Apucarana, 21 de Novembro de 2019

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06/07/2019 12h33

Servidores estaduais em greve pedem nova proposta do governoOs trabalhadores alegam uma defasagem salarial de 17%, resultado de quatro anos de vencimentos congelados

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Em reunião nesta sexta-feira (05) com representantes da Casa Civil do Paraná, os servidores estaduais em greve negaram oficialmente a proposta oferecida pelo governador Ratinho Junior (PSD) apresentada durante a semana. Representantes do Fórum das Entidades Sindicais do Paraná (FES), de associações e de sindicatos ligados às polícias Civil e Militar pedem por uma nova proposta.

> Servidores prometem ato ainda maior pelo pagamento da data-base na próxima semana

Os trabalhadores alegam uma defasagem salarial de 17%, resultado de quatro anos de vencimentos congelados, e exigem ao menos a recomposição salarial do ano passado, calculada em 4,94% pelo índice IPCA. A data-base do funcionalismo público estadual venceu no dia 1.º de maio.

A proposta do governo, anunciada na quarta-feira (03), é de um reajuste total de 5,09% parcelado até 2022. Neste ano, a recomposição seria de 0,5% a partir de outubro.

 

O que dá para comprar com a proposta de reposição de Ratinho Júnior?

Os servidores aguardam uma nova proposta. Os trabalhadores pedem o reconhecimento da data-base e afirmam que não vão negociar a retirada de direitos, como o fim das licenças-prêmio — condição imposta pelo governo na primeira oferta.

Nova reunião, nova proposta

Lideranças sindicais afirmam que há uma reunião marcada para a próxima segunda-feira (08) na qual os termos dos servidores em greve serão debatidos com o Palácio Iguaçu. A Casa Civil do Paraná não confirma oficialmente o encontro e o compromisso ainda não figura na agenda de Guto Silva.

De acordo com os servidores, a greve continua sem previsão para terminar.

Oferta não agradou

O governador Ratinho Junior fez uma proposta aos servidores públicos estaduais nesta quarta-feira (03), mas ela não foi bem recebida. O Palácio Iguaçu ofereceu um reajuste total de 5,09% parcelado em quatro anos:

0,5% a partir de outubro de 2019 1,5% a partir de março de 2020 1,5% a partir de janeiro de 2021 1,5% a partir de janeiro de 2022

Além do parcelamento, os dois últimos reajustes (2021 e 2022) estão condicionados a um crescimento mínimo da receita líquida de 6,5% e 7%, respectivamente.

O governador também anunciou a intenção em contratar quase seis mil novos servidores. Apesar disso, parte deles entraria para substituir os trabalhadores do regime PSS (Processo Seletivo Simplificado). Os novos servidores seriam contratados via concurso público.

Fonte: AN Notícias com PR UOL

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