Carregando...

Alerta!

logo Depois da carne, o azeite de oliva. Veja quais as marcas reprovadas - Notícias - AN Notícias Depois da carne, o azeite de oliva. Veja quais as marcas reprovadas - Notícias - AN Notícias

Apucarana, 24 de Junho de 2018

SAIBA MAIS

Dia Internacional da Ufologia -Dia das Empresas Gráficas - Dia do Caboclo - Dia do Disco Voador - Dia de São João -
24/03/2017 08h02

Depois da carne, o azeite de oliva. Veja quais as marcas reprovadasAlém das análises laboratoriais, os produtos passaram por três grupos de profissionais treinados e qualificados

Diminuir texto Diminuir texto Diminuir texto

A associação Proteste voltou a analisar uma série de marcas de azeites de oliva extravirgens e identificou seis marcas fraudadas. Dos 24 testados, 16 passaram nas análises, mas seis marcas foram reprovadas: Tradição; Figueira da Foz; Torre de Quintela; Pramesa; Lisboa; Beirão. Outras duas marcar conseguiram liminares na Justiça para impedir que o resultado dos testes fossem divulgados.

Segundo a Proteste, as marcas Tradição; Figueira da Foz; Torre de Quintela; Pramesa e Lisboa teriam óleos de outras sementes oleaginosas adicionados aos produtos. Além de serem adulterados, de acordo com as análises, não se trata de azeite extravirgem. Já a marca Beirão, embora não esteja fraudada com a adição de outros óleos, não pode ser classificado como extravirgem.

De acordo com a associação, todos os produtos foram analisados em laboratórios internacionais reconhecidos pelo Ministério da Agricultura (Mapa) e pelo Conselho Oleícola Internacional (COI).

“Há diversos fatores técnicos que indicam a pureza do azeite de oliva, e o resultado dessa adulteração é confirmado por várias análises de genuinidade – se forem discordantes do que estabelece a legislação, o azeite não é puro… Isso porque o legítimo azeite de oliva é originado de uma única fonte de óleo, vindo da azeitona – o qual, diga-se de passagem, é rico nos saudáveis ácidos graxos insaturados, razão pela qual muita gente compra esse produto’, diz o texto publicado pela Proteste.

Ainda de acordo com a associação, “as cinco marcas não podem ser consideradas azeites porque, na verdade, houve a adição de outros óleos vegetais, o que não é permitido por lei”.
 

Além das análises laboratoriais, os produtos passaram por três grupos de profissionais treinados e qualificados por órgãos reguladores. Eles fizeram a análise sensorial – ferramenta que determina a classificação do produto –, na qual são avaliados aromas e sabores complexos, por meio do olfato, paladar e tato”, explica o texto.

A Proteste avalia a qualidade dos azeites desde 2002 e sempre vem encontrando uma série de problemas com a qualidade dos produtos, além de falta de informações nos rótulos e embalagens inadequadas para a manutenção da qualidade e dos benefícios de azeite extravirgem.

O teste também aponta os melhores azeites segundo as análises. Uma boa notícia é que nem sempre o mais caro é o melhor. Veja o ranking

O que dizem as marcas

A empresa Olivenza, envasadora do Torre de Quintela, divulgou nota afirmando que irá analisar o lote testado, e que está trabalhando para se adequar à legislação brasileira “afim de oferecer um produto de qualidade”. A reportagem entrou em contato com as demais fabricantes e importadoras e aguarda resposta.


 

Fonte: AN Notícias com PR UOL

Galeria de Imagens