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29/02/2008 16h00

A sexta-feira (29) começou violenta no Rio de JaneiroEm manhã violenta, cidade do Rio tem explosão e 11 assassinatos.

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A sexta-feira (29) começou violenta no Rio de Janeiro. Até o momento, a cidade registrou pelo menos 11 assassinatos, além da explosão de um carro de passeio. No começo da madrugada, seis homens morreram durante perseguição e troca de tiros entre policiais e suspeitos na região do Engenho Novo. No início da manhã, um sargento da PM que trabalhava na escolta do secretário de segurança pública José Mariano Beltrame foi morto com diversos disparos em um suposto assalto na Linha Amarela. Mais tarde, um carro de passeio movido a gás explodiu no túnel do Joá, na região da Gávea. Também na manhã de hoje, quatro corpos foram encontrados dentro do porta-malas de um carro na entrada da favela do Vila do João, no Complexo da Maré. Os assassinatos começaram na madrugada, quando seis suspeitos morreram após um tiroteio no Engenho Novo, subúrbio do Rio. Segundo a PM, durante patrulhamento de rotina na região, os policiais desconfiaram dos homens que estavam em dois carros perto do antigo Jardim Zoológico, na rua Barão do Bom Retiro. Ainda segundo a polícia, houve perseguição e tiroteio pelas ruas. Durante a ação, os suspeitos saíram do carro e entraram em alguma casas do bairro de Todos os Santos, mas nenhum morador ficou ferido. Dois suspeitos conseguiram fugir. A polícia não informou a identidade dos mortos. No início da manhã, o sargento da Polícia Militar, Natan Evaristo da Silva, 44, foi morto com mais de vinte tiros na Linha Amarela, no sentido Barra da Tijuca, na altura do bairro de Pilares, zona norte. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o sargento fazia parte da escolta do secretário de segurança José Mariano Beltrame. O sargento ia para o trabalho, por volta das 5h20, quando foi surpreendido por bandidos armados que assaltavam os motoristas que trafegavam pela via. Silva teria resistido e seu Palio Weekend foi então alvejado. Ele morreu no local. A secretaria não trabalha com a possibilidade de execução, segundo informou sua assessoria.
Fonte: O Estadão

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