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Apucarana, 10 de Abril de 2020

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19/02/2020 09h09

Homem mata mulher a facadas após discussão por causa de WhatsAppUm crime bárbaro chocou os moradores de Itu, no interior de SP, na noite do último domingo, 16

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Um crime bárbaro chocou os moradores de Itu, no interior de SP, na noite do último domingo, 16. Um homem matou a companheira a facadas após discussão sobre o uso do WhatsApp.

'Ligue 180' recebe denúncias sobre assédio e violência contra a mulher

A vendedora Danielle Priscila Ribeiro, 29 anos, sofreu golpes nas costas, cabeça e pulso. Ela foi socorrida com vida, mas morreu no hospital. O crime ocorreu na frente do filho dela, de 8 anos.

Em depoimento à polícia, André Vinícius Vasconcellos, 23 anos, disse que não tinha intenção de matar a companheira, mas machucá-la. Segundo ele, a crise de ciúme ocorreu porque a namorada na saía do WhatsApp.

André chegou a fugir após o crime, mas se entregou à polícia na manhã de segunda-feira. Ele ficará preso preventivamente até o julgamento do caso pela Justiça.

Feminicídio no Brasil

No Brasil, três mulheres são assassinadas por dia. A cada dois segundos, uma mulher é agredida no país. Quase 80% dos casos, os agressores são o atual ou o ex-companheiro, que não se conformam com o fim do relacionamento.

Feminicídio é o homicídio praticado contra a mulher em decorrência do fato de ela ser mulher ou em decorrência de violência doméstica.

Quando o assassinato de uma mulher é decorrente, por exemplo, de latrocínio (roubo seguido de morte) ou de uma briga entre desconhecidos ou é praticado por outra mulher, não há a configuração de feminicídio.

A lei 13.104/15, mais conhecida como Lei do Feminicídio, alterou o Código Penal brasileiro, incluindo como qualificador do crime de homicídio o feminicídio.

Também houve alteração na lei que abriga os crimes hediondos (lei nº 8.072/90). Essa mudança resultou na necessidade de se formar um Tribunal do Júri, ou o conhecido júri popular, para julgar os réus de feminicídio. Saiba onde e como denunciar no link abaixo:

Veja também: Você sabe o que é feminicídio?

A Catraca Livre leva para as ruas a campanha #CarnavalSemAssédio, que visa acabar com abusos durante a folia. Com a parceria da Rua Livre e da Prefeitura de São Paulo e apoio da 99, além de conteúdos que promovem o debate sobre o problema, a campanha criou a ação Anjos do Carnaval, que oferece orientação, acolhimento e atendimento psicossocial a mulheres e LGBTs vítimas de assédio. Vem entender como você pode fazer um #CarnavalSemAssédio!

Fonte: AN Notícias com MSN Brasil

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