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02/01/2008 07h39

O apelo das autoridades rodoviárias e o reforço na fiscalização parecem ter surtido efeito nos motoristas paranaensesCai o número de acidentes, feridos e mortos nas estradas no feriado de Ano Novo.

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O apelo das autoridades rodoviárias e o reforço na fiscalização parecem ter surtido efeito nos motoristas paranaenses. Mesmo com movimento maior, o número de acidentes, feridos e mortos nas rodovias do Estado caiu consideravelmente em relação ao Natal – que havia sido um dos feriados mais sangrentos da história. Nos boletins fornecidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pelo Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), 11 pessoas morreram desde o dia 28 (sexta-feira) nas estradas do Estado. Houve ainda um total de 238 acidentes e 218 feridos. Os dados da PRF foram somados entre a zero hora do dia 28 até o boletim parcial das 15h20 de ontem; já os do BPRv são das 18 horas de sexta-feira até a meia-noite de segunda-feira (dia 31). Todos os mortos foram em estradas estaduais, sob fiscalização do BPRv. Mesmo sem o cômputo da estatística de ontem, dia de intenso movimento nas estradas, os números antecipam um feriado menos violento. Em cinco dias da Operação Natal, por exemplo, 37 pessoas perderam a vida, 448 se feriram em 481 acidentes nas rodovias do Estado. Após os números trágicos de 25 de Dezembro, as polícias rodoviárias apertaram o cerco e anunciaram o aumento na quantidade de bafômetros e radares fotográficos em operação. É um dos possíveis motivos da queda nos índices. "Ao que parece, o motorista cumpriu a parte que lhe cabe e dirigiu com prudência", falou o inspetor Hugolino Trevisan, presidente da Comissão Regional de Educação para o Trânsito da PRF no Paraná. Congestionamentos — A redução de acidentes coincidiu com o aumento no tráfego, especialmente nas vias que dão acesso ao Litoral. Com tempo instável e chuviscos nas praias, muitos motoristas anteciparam a volta – o resultado foi um movimento intenso de retorno desde as 8 horas da manhã. Segundo a concessionária Ecovia, que administra a BR-277 entre Curitiba e Paranaguá, 15,5 mil carros já haviam subida a Serra do Mar entre a 0h e as 15h de ontem. A previsão era que outros 18 mil tomassem o mesmo caminho até o fim do dia – se os números se confirmassem, o movimento seria o maior dos últimos 30 dias. Estradas com menor capacidade de escoamento, como as que ligam Guaratuba e Itapoá e Matinhos a Pontal do Sul apresentaram grande lentidão desde o começo da tarde. Na Estrada de Garuva, durante a tarde, as filas chegaram a 20 quilômetros, obrigando muitos veranistas a adiarem o retorno para a manhã desta quarta-feira. No meio da tarde, cerca de 3 mil veículos subiam por hora a BR-376, principal acesso entre Curitiba e Guaratuba e o Litoral catarinense. "Um terço desse contingente seguiu pela BR-116 em direção a São Paulo, e a outra parte ficou em Curitiba ou tomou rumo do interior do Paraná", disse o inspetor Trevisan. A chuva também complicou a volta dos veranistas, principalmente nos trechos de Serra.
Fonte: Jornal do Estado

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