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logo O delegado-chefe da Polícia Civil de Londrina (Norte do Paraná), Sérgio Barroso, afirmou ontem que o rapaz de 18 anos preso desde a última sexta-feira sob suspeita de envolvimento com o assassinato da morte da estudante Amanda Rossi - Notícias - AN Notícias O delegado-chefe da Polícia Civil de Londrina (Norte do Paraná), Sérgio Barroso, afirmou ontem que o rapaz de 18 anos preso desde a última sexta-feira sob suspeita de envolvimento com o assassinato da morte da estudante Amanda Rossi - Notícias - AN Notícias

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O delegado-chefe da Polícia Civil de Londrina (Norte do Paraná), Sérgio Barroso, afirmou ontem que o rapaz de 18 anos preso desde a última sexta-feira sob suspeita de envolvimento com o assassinato da morte da estudante Amanda RossiPara delegado, suspeito sabe mais do que vem contando sobre Amanda Rossi de Londrina.

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O delegado-chefe da Polícia Civil de Londrina (Norte do Paraná), Sérgio Barroso, afirmou ontem que o rapaz de 18 anos preso desde a última sexta-feira sob suspeita de envolvimento com o assassinato da morte da estudante Amanda Rossi, 22, no fim de outubro, “será interrogado exaustivamente”. A Polícia Civil de Londrina ainda não obteve provas materiais que o liguem ao assassinato – há indícios, um deles uma reportagem encontrada no quarto da pensão em São Carlos (SP), onde foi detido, com fatos sobre o assassinato de Amanda, o nome do pai da estudante, Luiz Carlos Rossi, e uma anotação sobre o cemitério onde ela foi sepultada, o João XXIII. Apesar da falta de provas, o delegado afirmou ter “boas convicções e indícios” contra o suspeito: “Pode ser até que não seja ele o responsável, mas ele sabe mais do que a história que vem nos contando”. De acordo com o delegado, o rapaz é muito calmo, demonstra ser hábil no palavreado e afirmou-se servente de pedreiro – desmentindo a versão de que era estudante de Direito, como inicialmente declarou à polícia, ainda em São Carlos. De acordo com a polícia, o rapaz contou ser filho de pais separados e disse ter nascido em Ilhéus, Bahia, onde teria uma tia delegada – que teria recebido a única ligação que fez. “Até agora não apareceu nenhum advogado, nem parentes”, afirmou o delegado Barroso. Segundo ele, a falta de um advogado não constitui violação legal, porque a investigação ainda está na fase de inquérito: “Ele não é acusado de nada”. Para Barroso, a prisão temporária visa “facilitar a investigação”, já que o suspeito não tem residência fixa. O suspeito está detido desde sábado no Centro de Detenção e Ressocialização (CDR). O delegado disse ainda que as informações para a imprensa sobre o caso serão restritas “porque o foco não é o rapaz”.
Fonte: CWB

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