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10/12/2016 12h04

Psicologia da paquera: o que a ciência diz sobre o flerteHomens e mulheres detectam menos da metade das vezes que estão sendo flertados

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Batimentos cardíacos acelerados, mãos molhadas e pupilas dilatadas: esses são alguns dos sintomas que sentimos quando conversamos com uma garota que estamos interessados. As culpadas de todas essas reações? A adrenalina, dopamina, serotonina e outras substâncias liberadas durante o flerte.    A arte da paquera é mesmo muito mais complexa do pensavam os galanteadores do século passado. No entanto, a psicologia está buscando respostas para os mistérios que envolvem a sedução. Uma teoria para conquistar todas as mulheres do mundo continua bem distante de nossa realidade. Mas, a ciência já descobriu fatos relevantes sobre o assunto. Confira:   Você perde muitas oportunidades Imagine quantas noites você poderia deixar de dormir sozinho se soubesse que a outra pessoa estava a fim de você. Estudo feito por cientistas da Universidade do Kansas mostra que em apenas 36% dos casos o homem consegue detectar que está sendo paquerado durante uma conversa. Entre as mulheres, esse número é ainda menor. Há apenas 18% de chance de elas perceberem corretamente que estão sendo flertadas. Nesse estudo, feito com 104 pessoas heterossexuais, foi observado que, enquanto davam risadas, os homens interessados tomavam mais atitudes dominantes (como se aproximar da garota) e as mulheres atraídas tendiam a fazer gestos que acentuavam seus atributos físicos.   Na dúvida, seja direto Se elas são péssimas em identificar os sinais da paquera, o jeito é ir direto ao ponto. Segundo uma pesquisa feita pela Universidade Bucknell, da Pensilvânia, demonstrar claramente suas intenções é a forma mais eficaz e direta de ambos os sexos terem um caso. Afinal, pode ser ruim levar um fora, mas é melhor do que enrolar demais e deixar escapar aquela gata que estava na sua.
Fonte: AN Notícias com Terra