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11/01/2014 11h26

Intensidade do sol chega a níveis extremos na região de LondrinaSegundo informações do CPTEC, cidade está localizada na área com maior índice de raios ultravioleta do Brasil

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O índice de radiação solar está em níveis extremos em Londrina e região. Segundo informações do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), Londrina está localizada na área com o maior índice de raios ultravioleta (UV) registrado no Brasil. Por isso, a recomendação aos londrinenses é não sair de casa sem protetor solar, mesmo em dias nublados.

A classificação de níveis de radiação UV feita pelo CPTEC vai de 1 a 16 nesta época do ano. A região de Londrina tem registrado índice 14, o mais alto do país. Na sexta-feira (10), às 8h30, o índice de radiação na cidade era 3, considerado moderado. Às 10 horas, o Cepetec registrava índice 8, já considerado muito alto. Ao meio-dia, a incidência solar atingiu índice 14, o mesmo previsto para os próximos dias.
 

Essa incidência, considerada extrema, tem atingido todo o Paraná, Santa Catarina, parte do Rio Grande do Sul e estados do Sudeste e Centro-Oeste. Índices maiores que este – 15 e 16 – têm sido registrados apenas nos países mais altos da América do Sul, como Bolívia e Peru.

De acordo com o meteorologista do Instituto Tecnológico Simepar, Lizandro Jacóbsen, a maior incidência de raios ultravioleta é normal neste período do ano. “Nesta época, estamos mais próximos do sol, o número de horas de sol é maior, a nebulosidade é menor, tudo isso contribui para o aumento na radiação solar”, explicou.

Raios UV causam danos graves à pele

Os raios ultravioleta podem causar sérios danos à saúde. Entre os malefícios estão o envelhecimento precoce, câncer de pele, problemas oculares e até mesmo alterações no sistema imunológico. Por isso, é tão importante a proteção contra eles.

A primeira recomendação do dermatologista Airton dos Santos Gon para evitar os efeitos nocivos dos raios UV é evitar a exposição ao sol. “Procure fazer suas atividades externas em horários extremos, no início da manhã ou no fim da tarde, evitando o período mais crítico, que é entre 10h e 16h”, sugeriu.

Se não for possível evitar o sol nesse período, o conselho do especialista é se proteger ao máximo com roupas e acessórios. “Calça comprida, blusas de manga longa, chapéu, óculos de sol, sombrinha evitam a incidência direta do sol na pele”, orientou.

Para complementar a proteção, o filtro solar deve ser aplicado nas áreas descobertas. Gon ressalta, no entanto, que o produto “não é passaporte para ficar no sol”. E lembra que a proteção é necessária mesmo em dias nublados. “Os raios UV atravessam as nuvens. Mesmo em dias nublados, a incidência é alta”, avisou.

 

Fonte: Jornal de Londrina

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