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Apucarana, 17 de Maio de 2021

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Dia Internacional das Telecomunicações -
08/01/2008 09h15

Ameaçados com a possibilidade eminente de perda do mandato, os políticos “infiéis” questionam a regra da fidelidade partidária – adotada a partir de resolução do Tribunal Superior Eleitoral Justiça Eleitoral começa a ouvir "infiéis" no Paraná.

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Ameaçados com a possibilidade eminente de perda do mandato, os políticos “infiéis” questionam a regra da fidelidade partidária – adotada a partir de resolução do Tribunal Superior Eleitoral – e acusam os dirigentes de desrespeito ao estatuto partidário e de utilizarem as legendas para auto-promoção e negociatas eleitorais. Na tarde de hoje, o vereador de Curitiba, Tico Kuzma, que trocou o PPS pelo PSB, será o primeiro entre os mais de mil políticos do Estado acusados de infidelidade a apresentar sua defesa à juíza da 175ª zona eleitoral, Maria Lúcia de Paula Espinola. As sessões da côrte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PR), quando serão julgados os pedidos de perda de mandato, terão início a partir do próximo dia 22. O TSE estabeleceu prazo de 60 dias para que todos os infiéis sejam julgados nos seus Estados. Apesar de não revelar os argumentos da defesa, Kuzma deixa claro que seu principal alvo deve ser mesmo o presidente estadual do PPS, Rubens Bueno. De acordo com a resolução do TSE, a única argumentação para evitar a perda do mandato é a justa causa, que se caracterizaria nos casos de incorporação e fusão de partidos, comprovada mudança de rumo partidário, criação de nova legenda ou descriminação e perseguição pessoal. “Como podem alguns dirigentes partidários cobrarem o fim do nepotismo dos prefeitos, governadores, e exigir ainda que eles sejam transparentes, mais democráticos, se dentro dos partidos não há transparência, não há democracia e há privilégios para alguns mais chegados dos dirigentes?”, questiona o vereador em clara referência ao fato da filha de Bueno, Renata Bueno, candidata à deputada federal pelo PPS em 2006. Testemunha - Para embasar sua defesa, o vereador Tico Kuzma terá como testemunhas o deputado federal Ratinho Júnior, que também está na mira da Justiça eleitoral por ter deixado o PPS e migrado para o PSC, e o vereador Sérgio Ribeiro, que se elegeu pelo PPS e foi para o PV – antes do prazo limite de 27 de março de 2007, estabelecido pelo TSE. O PSB, atual partido de Kuzma, apresentará ainda outras três testemunhas, o vereador licenciado Manassés de Oliveira (ex-PPS, hoje no PSB), o suplente de vereador Osni Nunes (ex-PPS, hoje no PSB) e Professor José, que foi candidato à vereador em 2004 pelo PPS. “Não é apenas um acontecimento que pode motivar a saída de um partido ou o final de um casamento. Isso só acontece quando há um acúmulo de fatores. Se a regra exige fidelidade dos vereadores, prefeitos, deputados, senadores e governadores, deve exigir também dos dirigentes. A resolução deve servir para punir os dirigentes partidários que são infiéis aos membros do partido e seu estatuto”, afirma Kuzma
Fonte: Jornal do Estado

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