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Apucarana, 17 de Maio de 2021

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Dia Internacional das Telecomunicações -
07/01/2008 07h32

Depois de um primeiro semestre dramático no ano passado, os números da dengue arrefeceram no ParanáQueda dos casos autóctones indica controle da dengue no Paraná.

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Depois de um primeiro semestre dramático no ano passado, os números da dengue arrefeceram no Paraná. A redução no ritmo de surgimento de casos autóctones (contraídos no próprio Estado), logo na época mais propícia para surgimento do mosquito vetor, sugere que o doença está controlada. No intervalo entre os dois últimos boletins epidemiológicos da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), de 18 de outubro a 10 de dezembro, apareceram 1.601 novos casos autóctones confirmados no Paraná. De 1º de janeiro até 18 de outubro, foram 23.929 casos. “Pelos relatórios semanais que recebemos das regionais, está situação vem se mantendo”, diz a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Dengue, Márcia Gil Aldenucci. Os novos casos surgiram nas mesmas regiões onde a dengue foi epidêmica no primeiro semestre – Norte, Noroeste e Sudoeste do Estado - , mas de forma esparsa, sem concentração em determinado local ou período. O único município que teve seu primeiro caso autóctone nestes dois meses foi Guaraniaçu, região de Cascavel. O resultado é ainda mais animador porque o verão costuma ser a época de proliferação do Aedes Aegipty, vetor da doença. O inseto normalmente se reproduz quando há altas temperaturas e chuvas abundantes - principais características da estação. Entre as 22 regionais de saúde, a de Maringá apresentou a maior incidência até dezembro, concentrando 40% dos casos do Estado. Nesta região fica Doutor Camargo, município com maior proporção de casos – 469, ou 8,3% da população. A Região Metropolitana de Curitiba teve apenas um caso autóctone, em São José dos Pinhais. Aldenucci atribui a redução dos casos à estiagem nas regiões com maior presença do mosquito e ao trabalho emergencial efetuado durante a epidemia. “Mas não podemos nos iludir. A época ainda é propícia para surgimento do mosquito e os programas te que continuar com toda a intensidade”, diz a coordenadora. O Ministério da Saúde também mobilizou os gestores estaduais e municipais para evocarem maior engajamento da população nesta época no combate ao mosquito. . Segundo o secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância do Ministério da Saúde, Fabiano Pimenta Júnior, o objetivo é evitar desde já que em 2008 não surjam tantos casos como no ano passado. Entre janeiro e novembro de 2007, o MS registrou 536,5 mil ocorrências de dengue no País - quase 200 mil a mais que em todo o ano de 2006. Prevenção – Apesar de Curitiba jamais ter registrado um caso próprio, a Secretaria Municipal de Saúde mantém o programa de erradicação do Aedes, que segue perambulando pela cidade. Em 2007, o órgão identificou 102 focos do mosquito, 30 deles no Distrito Sanitário do Boqueirão. Além de ações em campo, como visitas e residências, a SMS promoveu em novembro o programa Dia D contra Dengue, com palestras, distribuição de material educativo, oficinas e exposições em todos os bairros da cidade. A principal dica de prevenção em Curitiba é a mesmas para as regiões com maior infestação do mosquito: evitar acúmulo de água parada. Vasos, potes, brinquedos ou outros objetos expostos à água da chuva podem virar depósito de ovos do mosquito, que em apenas dez dias transformam-se em insetos adultos.
Fonte: Jornal do Estado

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